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Scicast

SBN #13: Nefropediatria 2

por em 31/05/2019 | Nenhum comentário

SBN #13: Nefropediatria 2

Queridos ouvintes, sejam bem-vindos ao décimo terceiro episódio do podcast da Sociedade Brasileira de Nefrologia em parceria com o Portal Deviante.

Qual é a realidade da nefropediatria no Brasil? Qual a relação entre o baixo peso ao nascer e doenças renais? Quem são os integrantes de grupos de risco para doenças renais?

Lembre-se: beba água e dose sua creatinina!

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Por que o planeta vermelho se chama marte? (SciKids #17)

por em 26/05/2019 | Nenhum comentário

Por que o planeta vermelho se chama marte? (SciKids #17)

Diante do sucesso do nosso episódio especial do Dia das Crianças, resolvemos criar mais um spin-off do SciCast! Agora respondendo as perguntas mais interessantes, inesperadas e fofas dos nossos pequenos cientistas.

E se você tem um mini cientista em casa pode nos mandar suas mais intrigantes perguntas pelo [email protected]

E, lembrando, que cada nova loucura dessa, cada novo spin-off, depende diretamente do patronato do SciCast. Seja Patrono. Confira os links nesse post ;)

Perguntas do episódio:

“Em que ano todos os cientistas vão levar os humanos para marte ?” Pergunta do Miguel de 7 anos

“Por que o planeta vermelho se chama marte” Pergunta do Kelvin de 10 anos, lida pelo Miguel

“Por que o sol é tão quente?” Pergunta do Benjamin de 7 anos

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Mata Atlântica (SciCast #320)

por em 24/05/2019 | Nenhum comentário

Mata Atlântica (SciCast #320)

No contexto das florestas tropicais, a Mata Atlântica é um exemplo da eficiência destruidora da espécie humana. Há cerca de 65 milhões de anos, as angiospermas, que dominam as florestas tropicais, chegaram ao dossel e, nos últimos 50 milhões de anos, a diversificada teia de vida da Mata Atlântica tem evoluído sem a pressão de grandes transtornos geológicos. Contudo, a chegada do homem às planícies sul-americanas há cerca de 13 mil anos inicia um processo de interferência sem precedentes, mais devastador do que as próprias “catástrofes” geológicas. Um dos resultados mais imediatos, aventa-se, foi a onda de extinção da megafauna.

 

Na seqüência, avança o homem sobre a floresta, criando distúrbios que, de certa forma, se diluíam na efervescência de formas de vida e na magnífica favorabilidade das condições desse último período interglacial. Isso ajudou a construir o mito do “bom selvagem”. Essa condição mais uma vez é abruptamente rompida com uma nova leva de colonizadores. Aportando suas naus numa costa ampla e exuberante, o colonizador europeu logo colocou a desserviço da floresta toda a sua tecnologia. A eficiência foi tamanha que em cinco séculos “manejando” a Mata Atlântica, com o providencial apoio da metalurgia, o invasor europeu conseguiu subverter a lógica natural e num ambiente com todos os requisitos necessários para a exuberância, reduziu tudo a “paisagem” e a “espaço”.

Texto de João de Deus Medeiros, do Departamento de Botânica (CCB-UFSC)

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Quem deu a ideia de que o dia tem 24 horas? (SciKids #16)

por em 17/05/2019 | Nenhum comentário

Quem deu a ideia de que o dia tem 24 horas? (SciKids #16)

Diante do sucesso do nosso episódio especial do Dia das Crianças, resolvemos criar mais um spin-off do SciCast! Agora respondendo as perguntas mais interessantes, inesperadas e fofas dos nossos pequenos cientistas.

E se você tem um mini cientista em casa pode nos mandar suas mais intrigantes perguntas pelo [email protected]

E, lembrando, que cada nova loucura dessa, cada novo spin-off, depende diretamente do patronato do SciCast. Seja Patrono. Confira os links nesse post ;)

Perguntas do episódio:

“Como o batom foi feito?” Pergunta da Isabelle de 5 anos

“Quem deu a ideia de que o dia tem 24 horas?” Pergunta da Sofia de 8 anos

“Por que não tem oxigênio no espaço?” Pergunta do Gabriel de 7 anos

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Moral e Ética (SciCast #319)

por em 17/05/2019 | Nenhum comentário

Moral e Ética (SciCast #319)

O certo e errado varia bastante entre as culturas. O que é certo para uma sociedade não necessariamente vai ser certo em outra. Mas existe algo que é mais inequivocamente compartilhado entre todos os seres humanos: a capacidade de estabelecer juízos de valor, ou de julgar comportamentos e ações como certos ou errados. Apesar da filosofia discutir a moral por meio de grandes sistemas racionais que estabelecem a coerência interna entre princípios éticos e como agir corretamente, a moralidade não parece depender totalmente da racionalidade. Os julgamentos morais parecem embasados em sistemas neurais bem mais antigos do que aqueles que permitem ao Homo sapiens pensar racionalmente. Estamos falando do sistema límbico. Isso sugere que a moralidade tem suas raízes mais profundas na emoção, não na razão. Isso pode significar que a moralidade não só não depende da razão, mas que também pode não ser nem mesmo algo distintivamente humano. Se os animais também tem esse senso moral mais básico, isso significa que esse senso moral, essa capacidade de estabelecer o que é o certo e o que é o errado foi adaptativo ao longo da história evolutiva não só dos seres humanos, mas de outros animais também.

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