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Desafio SciCast #02: Missão Cassini

por em sáb 23America/Sao_Paulo set 23America/Sao_Paulo 2017 em Desafio SciCast!, Destaque, Scicast | 23 comentários

Desafio SciCast #02: Missão Cassini

Prepare-se para estimular suas sinapses!
Lá vem ele!
O paladino da quântica.
O quarterback da astrofísica.
O mestre de todos os calendários.
O primeiro.
O único.
…Pena!

Em homenagem a esta estupenda missão, que já nos deixará saudades e que agora repousa em algum lugar de Saturno, eis o próximo Desafio SciCast com o polivalente Pena!

*Este programa especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHost: JujubaEdição: Live realizada dia 18/09 às 21h. Equipe de Pauta/Gravação: Roberto Pena

  • Que ótimo esse novo filhote do SciCast!
    A família ficando cada vez maior e melhor, parabéns pela iniciativa e pelo belo conteúdo!

  • RMRacing

    musica de fundo estava muito alta

    • Marcelo Bissaro

      Concordo! Conteúdo do programa é muito bom! So arrumar esses pequenos detalhes técnicos, e fica perfeito!

      • Fernando Malta

        Gente, o cast foi gravado ao vivo JÁ com a música. Daí, ajeitar isso depois é bem difícil (e perceber isso na hora, idem). De fato a música ficou alta por boa parte do programa, notaremos isso na próxima gravação do gênero.

    • João Maria Guedes Júnior

      Falando em música, quando for fazer a apresentação de pena:
      Lá vem ele!
      O paladino da quântica.
      O quarterback da astrofísica.
      etc etc etc

      Utilizem uma música engraçada e alta com trompetes com notas esdruxulas =D

  • Mozart Carvalho Araújo Carmo

    Mt interessante saber que tem como haver hidrogênio metálico. Sobre o desafio, eu acho que uma boa alternativa pra chegar lá e pousar tranquilo seria com uma tecnologia parecida com a da SpaceX de aterrissagem. E para furar a camada de gelo talvez fosse interessante usar um máquina de pressão com um pouco de água para fazer um pequeno buraco bem fino. Depois disso captava a própria água de Encealadus ou Europa por esse pequeno buraco, para fazer um buraco maior que passasse o “submarino” de pesquisa. Daí é só achar os monstros marinhos cegos que podem viver lá kkkkkkk. Foi mt bom esse episódio, na espera dos próximos.

  • Segundo episódio seguido em MP3, usaram esse codec a partir de agora?

  • Luciano Faria Abel

    Eu faria a Missão Tatu!
    A nave basicamente seria uma grande broca com um foguete, e obviamente todos os instrumentos de navegação. O Subaquadrone estaria dentro da broca. Ela iria pousar no planeta com um sistema semelhante ao da pathfinder. Uma vez lá a broca se posicionaria na crosta e começaria a perfurar, deixando parte de sua estrutura na superfície para servir de antena de transmissão (estou assumindo que todo aquele gelo possa causar interferências indesejáveis.
    Uma vez que a broca chegasse na águam ela se abriria e liberaria o Subaquadrone, que começaria sua missão.

  • Francisco Thiago de Almeida

    Será que foi assim que os Bebezões popularam com vida o Planeta Terra?

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    Que maravilha de tema! Adoro casts que fala de astronomia e afins :D

  • Marcelo Pelin

    Adorei o tema.
    Pergunta: Visto que a destruição da Cassini na atmosfera foi efetuado para garantir uma não contaminação. Hoje temos tecnologia suficiente para garantir o envio de uma sonda para Enceladus, sem que haja uma contaminação da ambiente ou nas amostras analisadas?

    • Não existe garantia de esterilização 100%, sempre existem microorganismos ou esporos dormentes que sobrevivem aos processos.
      O protocolo em vigor da COSPAR (comitê da pesquisa espacial) exige um procedimento de esterilização que implique numa chance de contaminação menor que 1 em 10.000 para missões do tipo IV (que são missões que vão pousar em locais com interesse na evolução química ou origem da vida). Essa conta é obtida pela fórmula Coleman-Sagan. Dá uma procurada sobre isso se tiver mais interesse.

  • João Maria Guedes Júnior

    Cade a imagem tratada de saturno? Manda o link, please!!! =(

    Desafio do Pena:
    Satélite Orbital + Sonda Pousante (Antena Transmissora (de Superfície e Submersa) + Submarino)

    Tudo acoplado chega até Encelados, A sonda pousa próxima a uma fenda, se aproxima mais de seu abismo, fixa uma antena transmissora na superfície do topo do abismo e desce a antena submersa e o submarino até a água.

    No fundo, fixa uma antena submersa conectada a antena de superfície por um cabo, para se comunicar e carregar o submarino.

    O submarino viajaria utilizando 60% de sua carga no deslocamento de ida, coletaria amostras, dados e imagens utilizando 20% da carga. Restando 20% da carga para manobras ao retornar para a antena submersa.

    Ao retornar o submarino utilizaria a carga restante para se acoplar a uma tomada na antena submersa, através da qual receberia uma nova carga, vinda da bateria de plutônio da sonda, e enviaria os dados coletados para ela, que por fim analisaria os dados e os transmitiria para o satélite.

    A antena submersa possuiria um carretel de cabo de aço (ou de fibra de carbono), com uma ponta acoplada ao submarino. O tamanho do cabo deve permitir que o submarino alcance seu raio máximo de deslocamento com 60% de sua carga.
    O retorno do submarino será feito pela antena submersa, recolhendo o cabo.

    O cabo acoplado é necessário, dado que podem haver correntes submarinas, que arrastariam o submarino para além de seu raio de alcance, impedindo o seu retorno, fazendo com que a missão fracasse. A medida que o submarino se afaste da antena submersa, ela analisa a tensão do cabo, podendo determinar a redução ou o aumento do alcance. Caso correntes submarinas não sejam percebidas na região o submarino poderia desacoplar-se para fazer trajetos maiores.

    Os dados entre o submarino e a antena submersa são trocados pelo cabo, para reduzir seu peso, nem por wireless, para prolongar a vida da bateria.

    No final, o percurso dos dados seria: Submarino -> Antena Submersa -> Antena de Superfície -> Sonda Pousante -> Satélite Orbital -> Centro de Comando na Terra.

    Extra: Caso fosse fisicamente possível, dada a espessura da calota de gelo, o cabo que liga a antena de superfície a antena submersa poderia vir equipada com uma superfície que aqueça uniformemente, e as antenas se deslocariam alguns metros para longe da fenda, que deve ser uma região bem perigosa, caso haja choques frequentes entre as placas.

  • Tiago Lima

    Caros, se eu puder contribuir:

    A Cassini não somente fotografou as plumas, ela de fato atravessou-as, foi banhada por elas. Acho que isso pesou um pouco na decisão de sacrificarem a sonda, pois ela estava de fato contaminada.

    Não necessariamente o campo magnético precisa vir de um componente rochoso, é bom lembrar que gases quando aquecidos e acelerados liberam íons, cargas elétricas, que em movimento geram campo magnético. Inclusive uma das missões da Juno é se aprofundar na maneira que o campo magnético de Júpiter é gerado.

    O Malta disse algo como sonda mandar imagens eu seus momentos finais. Ironicamente, um dos primeiros sensores a serem desligados foi a câmera. Imagens são a melhor parte para nós amadores, mas não necessariamente para os pesquisadores.

    Uma coisa que o Malta não chamou a atenção. Gente essa sonda é de 1997!! 1997!! Considerando todo o tempo de projeto e fabricação é razoável imaginar que tecnologia embarcada nela é do início da década de 90. Vocês tem noção do que é isso? Em 1997 enviamos uma espaçonave para o cosmo que se manteve funcional por 20 anos, realizou diversas manobras, nos enviou dados preciosos tudo com tecnologia dos anos 80~90.

    Por fim um vídeo do Space Today sobre a missão, afinal nunca é demais acompanhar esse canal!

    https://www.youtube.com/watch?v=iPY7NYlnV1U

    • Fernando Malta

      Mas eu nem tava no episódio. ._.

      • Tiago Lima

        Ouch!! Desculpe, onde está Malta entenda-se Pena. Kkk!!!

        • Juliana Vilela França

          A culpa é sempre dele… e do Tarik XD

  • Gutenberg L. Santos

    Ei Pena… cadê as imagens?
    Excelente programa galera, parabéns!

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