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Scicast #94: Nagasaki

por em dom 09America/Sao_Paulo ago 09America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 27 comentários

Scicast #94: Nagasaki

SciCast_MP3Cover

E nesta segunda parte desse especial, continuamos a discutir sobre os caminhos que levaram ao desenvolvimento e uso das bombas atômicas, um dos capítulos mais sombrios da história da humanidade.

Afinal, os nazistas estiveram mesmo perto de desenvolver uma bomba nuclear? Quem foram os principais responsáveis pelo Projeto Manhattan? Albert Einstein se envolveu ou não na produção da bomba? Um militar de carreira é capaz de resistir e não usar o mais poderoso instrumento de guerra que a humanidade jamais viu?

Testemunhe o horror que ceifou milhares de vidas em uma fração de segundo e as consequências ao Japão e ao mundo, que após os ataques definitivamente nunca mais foi o mesmo.

E não deixe de ouvir a primeira parte do especial sobre os 70 anos dos ataques nucleares!

 

Produção/Apresentação: Silmar Geremia. CoordenaçãoRonaldo GogoniEquipe de Pauta: Estrela Steinkirch, Marcelo Guaxinim e Matheus SilveiraEngenharia de Som: Silmar Geremia. Edição/Sonorização/Mixagem: Silmar GeremiaParticipação: Ronaldo GogoniEstrela SteinkirchMarcelo Guaxinim e Matheus Silveira. Convidados Especiais: Caio Boiteux (BlueHand) e Caio GomesArte da Vitrine: Pablo Rigamonti.

 

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Comentado no episódio:

Documentários:

As Cidades Secretas da Bomba Atômica — Projeto Manhattan [Parte 1] [Parte 2] [Parte 3]:  Documentário da série “Lost Worlds” do History Channel. Dividido em três partes, o especial fala da gigantesca estrutura construída em volta do Projeto Manhattan, a criação das cidades designada com o exclusivo propósito de desenvolvel a bomba atômica. Na época a construção mais cara do mundo, o projeto consumia boa parte de toda a energia elétrica gerada pelos Estados Unidos e movimentou 400 mil trabalhores, muitos dos quais nem sabiam para o que estavam trabalhando.

 

Sob a Névoa da Guerra (2003)Documentário biográfico sobre Robert MacNamara, Secretário de Estado norte-americano que participou das operações de bombardeiros no Pacífico, na Segunda Guerra Mundial.

 

Hiroshima – O Dia Seguinte: Documentário da National Geographic que relata as primeiras 24 horas após o ataque de 06 de agosto.

 

Hiroshima: Documentário da BBC relata as causas e consequências do ataque americano à cidade de Hiroshima.

 

  • Prof. Barbado

    Tá ai a segunda parte cambada, divirtam-se ;)

  • Altemar Gavião

    Altemar, Bancário, Santa Luzia – PB

    Os EUA realmente usou urânio nas bombas que explodiram no Japão. Eu sei disso porque minha cidade, Santa Luzia, foi uma das fornecedoras desse material. no nosso museu local temos um jornal da época com uma reportagem que fala a respeito. Infelismente não consegui tirar uma foto do jornal, porque o museu encontra-se fechado a anos, mas vou lincar uma reportagem do jornal A União que fala sobre o tema. Abraços
    http://issuu.com/auniao/docs/jornal_em_pdf_07-07-13/32

    • Prof. Barbado

      Então realmente os EUA usou urânio brasileiro nas bombas, Muito interessante Altemar, obrigado pela informação ;)

  • Franklin Madeira

    Eu leio os comentários e me da vontade de vomitar!!
    A divulgação de ÓTIMOS trabalhos como o do Scicast já é tão difícil num país sem cultura e interesse como o nosso, como pode nego vir aqui
    e ao invés de acrescentar algo só vem bancar o politicamente correto, criticar os membros, comparar com outros podcasts…
    Deixem esses papinhos nojentos na desgraça que virou o facebook.

    • Jonas Alfeu

      Só queria fazer uma pergunta: em que sentido o Facebook ficou ruim? Seria por causa das crianças que acessam?

      • Franklin Madeira

        Ficou ruim por causa do próprio povo que acessa, não só crianças.
        Não importa o grupo que vc entra não importa a imagem que você compartilha…
        Sempre vai aparecer um vitimista, um politicamente correto, um religioso, um analfabeto, uma tia compartilhando corrente e te marcando.
        Sitei ele porque já não me agrada mais e virou um poço de mimimi.

        • Paulo Roberto Galliac

          Não é por ai generalizar. Ao criticarem o “Politicamente correto” normalmente vem a faceta enrustida de pessoas que querem mascarar seu preconceito e intolerância. Sob a moldura pseudointelectual que não dura nada ao começar lançar falácias tão absurdas como seus preconceitos arraigados desde criança. E sua generalização já diz muito sobre você. Quer dizer tem só que ter as brincadeiras racistas, o machismo e homofobia sem consequências ou a carta branca? Muitos do politicamente incorreto adoram ser contra os direitos humanos e dizer aquele slogan CONTRADITÓRIO e fascista “Direitos humanos para humanos direitos”. Normalmente são pessoas na vida real racistas mesmo, homofóbicas, xenofóbicas e que adoram fazer justiça com as próprias mãos por ter lindo Muito Batman. Enfim fantasiam uma realidade como crianças e fanáticos e estão longe de serem humanos direitos que pregam suas cruzada do ódio. O engraçado que Batman DC não era o Justiceiro da Marvel. E para quem dormiu na realidade e ficou na ficção das HQ’s, filmes e animações. Eu acho que o Batman teria vergonha de muitos de seus fãs justiceiros.

          Não sei se é assim intolerante a um grupo ou grupos historicamente injustiçados sim. Mas desconfio.

      • De maneira simples, bastante grossa e direta. Facepalm é lugar de (e para) gente burra, estúpida, ignorante e idiota. Ponto. Quem é inteligente deve ficar longe daquele pardieiro ou então corre o risco de ficar com QI negativo.

        O curioso é que o pessoal que usa o pardieiro gostava de ficar tripudiando daqueles que usavam o (não tão) saudoso Orkut. Mal sabem que o feici é uma constante de Avogadro de vezes pior que o falecido.

  • Leandro Pereira

    Só acho que faltou contarem as atrocidades que o Japão vinha fazendo a um tempão em nome de ser uma raça superior. Eles estavam do lado nazista, afinal de contas. A bomba não só deu uma lição de humildade como até hoje os coloca numa posição de vítimas. As barbaridades que faziam com Coreanos e Chineses teria continuado se não fossem as bombas. É uma lição duríssima, na verdade.
    O problema é que o povo japonês em si tinha pouco a ver com isto. O cemitério dos vagalumes, citado no cast anterior, mostra bem isto. Eu vi o filme em japonês. Só lembro que o menino chamava Seita e que a menina vivia o chamando “nitian!”. E mesmo sem entender um diálogo, eu chorei amargamente.

    • Edward Elric

      Acho q ficaria fora do contexto do cast.

      • Leandro Pereira

        Mas deram o contexto histórico da parte de quem tacou a bomba, e não deram o real motivo. É como se os EUA tivessem feito “só” por 1 milhão de vidas americanas, mas acabou que eles pouparam bem mais do que isto dos outros países.

        • Rubem Luiz

          Só um exemplo do problema de mortes que sempre gosto de usar
          https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Okinawa

          Uns 15 mil americanos mortos em Okinawa. Mas… isso é cerca de 10% do total, o resto era de japoneses, e CIVIS!
          Os números da wikipedia não são confiáveis? Bom… tem historiador falando em total de 200 mil mortos em Okinawa, e a maior parte por suicídio nos penhascos do leste da ilha. Aí é exagero, prefiro ficar nos 100 mil que já é numero grande demais.
          E Okinawa é do tamanho de uma ervilha, imagina o efeito disso nas ilhas maiores.

          Fora que o primeiro grande bombardeio com bombas incendiárias em Tokio teve contagem na casa dos 70 mil mortos (E 400 mil desabrigados).

          São todos números gigantescos de civis mortos, todos SEM bomba atômica, na hora de decidir em lançar as 2 bombas esses números gigantes já eram conhecidos (E os efeitos a longo prazo da radiação não eram tão conhecidos, pesaram os dados que tinham, possibilidade de milhões de mortos sem as bombas versus milhares de mortos com a bomba, pra maioria era uma conta simples, abstraindo as particularidades (Cada pessoa que seria atingida) pela desculpa de “no calor da guerra só existem números”.

          • Leandro Pereira

            Acredito que o motivo de ter sido a última grande guerra é que foi a última de “vale-tudo”. Valia matar civil pra mostrar força. Se matou civil dos dois lados. Nenhuma guerra é bonita. Em guerra sempre tem abuso de crianças, de mulheres, de idosos, genocídios, mutilações, fome, tortura, etc. A guerra do Vietnã é cheia de filmes estadunidenses. Estes filmes deveriam tentar passar um pano pro próprio povo, mas ainda assim é recheada de exemplos destes.

            As guerras na África, a maluquice que o EI está instaurando lá na região deles, também.
            O que eu quis dizer é o seguinte: pro bem ou pro mau, a bomba atômica parou o Japão. Reiniciou tudo lá. Se não fossem as bombas, o imperador ainda seria um deus. Se não fossem as bombas, eles continuariam treinando os jovens em lutas de baioneta e atirar granadas. Se não fossem as ocupações pós guerra, os Japoneses continuariam entendendo que são uma raça superior. Talvez tenha sido da pior forma possível, mas eles entenderam que o mundo não funcionava mais daquele jeito. Eles são hoje um povo exemplar no comportamento coletivo.

  • Paulo Roberto Galliac

    Eu gosto muito do podcast do ScicCast e recomendo até. Mas tem muita coisa sobre esse tema ai que é mito histórico inclusive dos anos 50. Olha defasagem. Me desculpe a franqueza. Japão fez sim atrocidades de guerra, mas um erro não justificam outros e com inocentes no processo. SE os japoneses mereciam a bomba atômica como muitos racistas, extremistas militares e mesmos radicais políticos admitem. Então a humanidade inteira merece ser exterminada. Afinal todo povo têm seus crimes de guerra em menor ou maior grau. O que para mim é um absurdo tentar justificar a versão dos vencedores para uma generalização rasteira típica do ocidental sobre o povo Japonês. A verdade é que não tem justificativa é como justificar estupro, pedofilia e isso é pior pois é genocídio. Tem até documentário MUITO melhor e ESTADUNIDENSE sobre isso. John Pilger fez reportagens, Oliver Stone com seu excelente documentário “A História Não Contado dos EUA” esfrega muito desses mitos com depoimentos de militares na época. Vários historiadores como Gregg Herken, Barton Bernstein dizem que essa é versão falsa da “história”. E até militares os EUA foram contra, pois o Japão se renderia sim e não é a longo prazo não. O resultado dessa monstruosidade foi como Holocausto na Europa a diferença que foi o lado vencedor. Os motivos do extermínio eram igualmente e altamente raciais e revanchistas. Vemos é muito uma visão sim BEM parcial e até com odioso negacionismo histórico dos fatos e por gente de má fé.

  • Snb

    Mais um podcast incrivel. Parabens pelo podcast.
    A arte do André ficou muito boa.

  • Paulo Roberto Galliac

    “Quem tem moral para decidir que cidade destruir primeiro”? Quem tem moral para matar a vida de incontáveis inocentes em nome de uma causa? Ao fazer isso não vamos somos melhores que aquilo que combatemos ou lutamos contra. Um lembrete das cruzadas no oriente médio, o extermínio de indígenas nas Américas e tantos outros genocídios e chacinas genocidas sem propósito a não ser um desculpa que ao longo da história da Humanidade se mostrou falsa ou se não uma mentira completa dos vencedores sobre os vencidos.

  • Uma correçãozinha: 1 kiloton são 1000 toneladas de TNT.

  • Lucas F. Zurwellen

    Ótimo programa e deixo aqui um vídeo que acabei de achar e que é bastante perturbador em relação ao assunto.

    https://vimeo.com/135580602

  • Estou em dúvida aqui: a Tsar Bomba foi citada neste episódio?

  • Sobre os nazistas crerem na ideologia do antisemitismo: sim, acreditavam. Exatamente como e com qual intensidade é outra questão. Mas tem até uma história de um povo no oriente médio querendo ajudar os nazistas contra os judeus e eles meio que ignorando (pq o antisemitismo é contra todos os semitas).
    Mas o antisemitismo era coisa muito velha na Europa. No século XVIII a própria Rússia teve um movimento desses muito forte, o maior antes do alemão.
    Aliás, rolava um episódio de história sobre o antisemitismo…

    E, mudando de assunto, mas vou discordar do Silmar na conclusão do episódio. A ciência por si só não é a solução para a paz e a fraternidade. A ciência e o conhecimento são ferramentas incríveis, mas que podem servir a qualquer propósito.
    A compreensão e boa vontade entre os seres humanos vem mais das humanas… Filosofia (que embarca a ética), boas ideologias religiosas etc. Aliás, tem o aquele Anticast sobre a idoneidade da ciência que vocês devem ter ouvido, então nem vou comentar…

    E, apesar do textão aqui, excelente episódio, como sempre.

  • Rodrigo Poncinelli

    Muito deprimente fazer um programa sobre uma atrocidade com bomba atômica fazendo piada de “pastel de flango” e pinto pequeno.

  • ThiagoDMG

    Muito massa os dois episódios. Por mais que o assunto não seja novo, sempre aprendemos mais sobre a história. E é sempre bom ouvir gente que manja do assunto. Sobre as brincadeiras, é um assunto delicado. Não sou nem de longe defensor do “politicamente correto”, mas achei que o tom destoou em alguns momentos. E ainda mais TERMINAR o programa com piada e gargalhadas… Mas é isso aí. Parabéns pelo conteúdo!

  • Publiquei um texto sobre o documentário da BBC q vcs citam. Caso alguém se interesse o link é esse: http://www.incautosdoontem.com/2016/03/bombas-atomicas-culpa-dos-japoneses.html

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