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Scicast #93: Hiroshima

por em qui 06America/Sao_Paulo ago 06America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 25 comentários

Scicast #93: Hiroshima

SciCast_MP3Cover

Neste episódio especial dividido em duas partes, prestamos homenagem às vítimas dos ataques nucleares às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, realizados 70 anos atrás.

Discutimos os rumos que levaram o desenvolvimento da bomba, pintamos o cenário do teatro do Pacífico no fim da Segunda Guerra Mundial e tentamos entender a mentalidade do povo japonês em não se render mesmo com tudo contra o país, e também a decisão dos militares em utilizar tamanha arma de destruição em massa, matando milhares para pôr um fim ao conflito.

Aprenda neste episódio que não se enriquece urânio dando dinheiro para ele, entenda de uma vez o que realmente matou Pierre Curie e saiba que água pesada não tem nada a ver com calorias.

Atenção: esta primeira parte está indo ar ar excepcionalmente nesta quinta-feira às 8:15, horário do bombardeio de Hiroshima. A segunda parte irá ao ar no domingo, dia 09 de agosto às 11:02, horário do ataque à Nagasaki.

 

Produção/Apresentação: Silmar Geremia. Coordenação: Ronaldo GogoniEquipe de Pauta: Estrela Steinkirch, Marcelo Guaxinim e Matheus SilveiraEngenharia de Som: Silmar Geremia. Edição/Sonorização/Mixagem: Silmar Geremia. Participação: Ronaldo GogoniEstrela SteinkirchMarcelo Guaxinim e Matheus Silveira. Convidados Especiais: Caio Boiteux (BlueHand) e Caio GomesArte da Vitrine: Pablo Rigamonti.

 

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Comentado no episódio:

 

Filme:

Cartas de Iwo Jima (2006): Do vencedor do Oscar Clint Eastwood, chega a nunca antes contada história dos soldados japoneses que defenderam seu país contra as forças invasoras americanas durante a Segunda Guerra Mundial. Pouco municiado mas dono de uma vontade inabalável, capaz de suportar até mesmo a inóspita ilha vulcânica de Iwo Jima, as táticas sem precedentes adotadas pelo General Tadamichi Kuribayashi (Ken Watanabe, de O Último Samurai) e por seus homens, transformaram o que previa-se ser uma rápida derrota em uma encarniçada batalha de 40 dias de duração, marcados por combates heróicos. O sacrifício desses homens, seus conflitos, sua coragem e compaixão compõem esse tenso e cativante filme, que a revista Rolling Stone chama de “único e inesquecível.” Não à toa, o filme recebeu quatro indicações ao Oscar (Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Edição de Som e Melhor Roteiro Original).

 

Série:

The Pacific (2010): série em dez episódios exibida pela HBO. Com produção executiva assinada por Tom Hanks, Steven Spielberg e Gary Goetzman, The Pacific traça as jornadas, baseadas em fatos reais, de três fuzileiros americanos – Robert Leckie (James Badge Dale), Eugene Sledge (Joe Mazzello), e John Basilone (Jon Seda) – durante vasta campanha pelo Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. A minissérie acompanha estes homens e seus companheiros de luta desde a primeira batalha contra os japoneses, em Guadalcanal; pelas florestas chuvosas do Cabo Gloucester e entre as fortalezas de Peleliu; através das areias manchadas de sangue de Iwo Jima e do horror de Okinawa; até, finalmente, o retorno triunfante para casa, obtido a duras penas após a rendição japonesa. A minissérie é parcialmente baseada nos livros Helmet for My Pillow, de Robert Leckie, e With the Old Breed, de Eugene B. Sledge, com materiais adicionais dos livros Red Blood, Black Sand, de Chuck Tatum, e China Marine, de Eugene B. Sledge, assim como entrevistas originais conduzidas pelos realizadores.

  • Vinicius Goularte

    Sci-cast no ar bora ouvir o/

  • Carlos Nani

    Ótimo tema, ótima homenagem !!

  • Jack Sullivan

    Episódio na quinta? Essa surpresa foi um estouro!

    • Achei uma falta de respeito essa piada. Se fosse meu aluno, eu te bombava.

  • Naelton Araujo

    baixaaaandooooo agoooraaa

  • Agora, sim! Explicado o motivo do SciCast na quinta-feira…

  • Bizarro

    Lembro da primeira vez que ouvi sobre esses eventos. Era novo e desconhecia toda capacidade de destruição que o homem poderia chegar. Mas quando compreendi, fiquei horrorizado. Meu mundo havia mudado. Para sempre.

  • Talvez seja curiosidade mórbida, ou interesse ao medo, mas acho fascinante os assuntos mais catastróficos à vida humana. São períodos de extremos onde o comportamento humano sai de tudo aquilo que estamos acostumados. Em nenhum momento celebro o assunto, mas contemplo sua importância, seu impacto.

    Talvez o Japão nunca se recupere culturalmente desta ferida que já influenciou muitas obras excelentes e ainda vai influenciar muitas outras. Pra mim, que não faço parte desta cultura e mal consigo começar imaginar a dimensão desta tragédia sem me sentir mal, resta ouvir, ler, escutar, e aprender com o que o Japão tem a dizer.

    Ansioso pela segunda parte.

  • Descobri nas internets o Nukemap, que dá uma ideia da dimensão dos efeitos das bombas se detonadas em qualquer lugar do mundo.

    No caso, escolhi aleatoriamente (ahem) Brasília para dar um exemplo da “Fat Man”, de Nagasaki.

  • Ótimo episódio. Finalmente entendi o que é enriquecer o urânio e sobre água pesada.
    Sugestão de episódio: Monsanto – GMO ou sobre o Agente Laranja

  • Pena que falaram tão pouco de História, dos relatos dos sobreviventes, etc. Foi bem mais um podcast sobre Armas Nucleares do que sobre Hiroshima. Mas valeu de qualquer forma. Abração!

  • Alguns químicos devem ter tido CALAFRIOS ao ouvir a Estrela falar que “um Hélio tem um próton e um Nêutron”! :D

  • inuyashagui

    Esse vai ser foda!!! Baixando!

    • Prof. Barbado

      pelos deuses, o Inu Yasha escuta o Scicast!?!?

      • inuyashagui

        Sim! Escuto também o Mundo Freak Confidencial, RapaduraCast, Canal 42 e NerdCast! Se vc não gostou vai tomar uma ferida do vento na cara! ehhehehe

  • Nilda Alcarinquë

    Olás!

    Ótimo episódio e o fato dele ter saído no exato momento do bombardeio. Este tema ainda me choca e emociona.

    Agora vai a crítica e sugestão: a frase do Prof. Mateus foi em japonês e vocês traduziram. Bem, o porque a frase em inglês do Ronaldo não foi traduzida? Sequer há alguma referência a quem a disse para quem se dispor a tentar saber o que foi dito.
    Se o objetivo deste podcast é divulgar ciência, por favor, não deduzam que todos os ouvintes são fluentes em línguas estrangeiras! Isso não apenas é irritante, é contraproducente.
    Afinal, se 79% da população brasileira não sabe nem o básico de ciências*, usar uma língua que 73% não domina** não vai ajudar em nada a aumentar este conhecimento.
    E para deixar bem claro: não vejo problema em usarem frases e expressões em outra língua, mas TRADUZAM quando as usarem, ok?
    Ou ciência continuará sendo entendida por poucos.
    Implico com isso direto e com muitos. E com vocês a implicância é maior, porque vocês tem a proposta é difundir e não restringir.

    E sim, meu inglês é próximo ao zero, não tenho idéia do que foi que o Ronaldo falou e ainda me pergunto do porquê a frase “cadela do trabalho ciência” é tão usada no podcast.

    abraços

    Nilda
    47 anos, Jandira-SP

    fontes:
    *http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/08/06/maior-parte-dos-brasileiros-sabe-pouco-sobre-ciencias-diz-pesquisa.htm
    ** http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/Paginas/73-dos-brasileiros-nao-sabem-ler-textos-em-ingles.aspx

    • Yuri Latalisa

      Sem entrar no mérito de sua crítica – tão válida quanto qualquer outra – vou apenas adequar a tradução que você fez de uma expressão utilizada no programa para ajudar na compreensão. ^_^

      ”Science works, bitch!” seria algo como ”a ciência funciona, vadia [cadela, puta etc.]”. Essa frase é utilizada por um personagem da série de TV estadunidense chamada ”Breaking Bad” (Breaking Bad : A Química do Mal – no Brasil).

      O termo ”bitch”, embora rude, funciona quase como uma exclamação idiomática, ou seja, não necessariamente significa que o interlocutor está dirigindo uma ofensa à outra pessoa, mas apenas enfatizando que ”a ciência funciona”.

      Espero ter ajudado nisso.

      Abraços!

    • Yuri Latalisa

      Sem entrar no mérito de sua crítica – tão válida quanto qualquer outra – vou apenas adequar a tradução que você fez de uma expressão utilizada no programa para ajudar na compreensão. ^_^

      ”Science works, bitch!” seria algo como ”a ciência funciona, vadia [ou ‘cadela’, ‘puta’ e por aí vai.]”. Essa frase é utilizada, originalmente, por Richard Dawkins (https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Dawkins) em uma palestra disponível no Youtube (https://youtu.be/0OtFSDKrq88). Posteriormente o termo ”bitch” ficou mais comum através de um personagem da série de TV estadunidense chamada ”Breaking Bad” (Breaking Bad : A Química do Mal – no Brasil).

      O termo ”bitch”, embora rude, funciona quase como uma exclamação idiomática, ou seja, não necessariamente significa que o interlocutor está dirigindo uma ofensa à outra pessoa, mas apenas enfatizando que ”a ciência funciona”.

      Espero ter ajudado nisso.

      Abraços!

      • Nilda Alcarinquë

        Olás

        Obrigada por esta informação.
        A tradução não foi minha, foi do Google. Só que depois de escutá-la várias vezes deduzi que a frase era “science work’s bitch”, e foi isso que coloquei no tradutor.
        A frase do Ronaldo nem me atrevo a tentar decifrar o que foi dito, menos ainda colocar no tradutor.

        abraço

        • Caio Boiteux

          Se foi a frase que ele falou no inico do programa , ela é “Now i’am become death destroyer of worlds” e é uma tradução livre de uma passagem do bhagavad Gita (escrito em sanscrito) feita pela Oppenheimer e dita por ele na ocasião da explosão da trinity. Seria algo com e agora eu me tornei a morte o destruidor de mundos.

          • Prof. Barbado

            “Now I’ve become Death, The Destroyer of Worlds” Robert Oppenheimer

          • Nilda Alcarinquë

            Obrigada pela tradução e a referência!

            E bora baixar o segundo episódio sobre as bombas.

            abraço

  • Zéca Moura

    Musiquinha chata

  • Yuri Latalisa

    A trilha de ”Hotaru no Haka” teria caído muito bem, mas essa não foi ruim. (É… Eu sei, presto muita atenção nisso… ¯_(ツ)_/¯)

  • Schmidt

    Em 2007 estive em Hiroshima, uma das cidades mais bonitas que vi até hoje. Se não fosse o museu, o parque e o prédio que servem como memória permanente e alerta para tudo que aconteceu não se veria um rastro de destruição. É impressionante o poder de reconstrução e superação do povo Japonês.

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