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Miçangas #35: Harry Potter e Gandalf contra Valdemar

por em qua 17America/Sao_Paulo maio 17America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Miçangas | 30 comentários

Miçangas #35: Harry Potter e Gandalf contra Valdemar

Ergam suas varinhas e venham defender a Saga Harry Potter, que deveria se chamar Neville, contra o terrível monstro que não deve ser nomeado (sim, o Guaxa). Ajude Jujuba e Fencas a defender essa incrível obra que acompanhou o crescimento de muita gente!

Como a Saga nos marcou, quais seus furos, quais seus acertos e que gosto tem uma coruja branca.


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Weasleys: Marcelo Guaxinim e Jujuba Vilela. Rúbeo Hagrid: Fencas.

Edição, Suor e Magia: Talk’ nCast.

  • Rafael Afonso

    Olá:

    Meu nome é Rafael. Sou programador, 41 anos, e vivo em São Paulo. Eu gostaria de compartilhar a minha história relacionada a Harry Potter.
    O primeiro filme eu assisti em 2001, quando tinha 26 anos, junto com uma amiga minha e o filho dela. Achei bonitinho mas infantil. Anos depois, em 2007 resolvi ler os livros. Li até o terceiro (o Prisioneiro de Azkaban). Apesar de ter achado interessante, não me entusiasmei para continuar.
    Somente quando estava chegando na época de lançamento do último filme (em 2011) é que resolvi continuar com a leitura. É aqui que as coisas começam a ficar interessantes. O quarto livro (Cálice de ouro) comprei num sebo. Quando estava chegando no clímax, eu simplesmente não consegui parar. Só terminei de madrugada.
    O 5o livro (Ordem de Fênix) também comprei num sebo. Da forma mais intensa que o livro anterior, eu não conseguia parar de ler. Passei a noite em claro e só terminei de manhãzinha. Nesse dia (sábado) eu tinha que fazer um exame de sangue. Ao sair de laboratório de coleta, fui a um sebo em frente e achei os dois últimos livros.
    O 6o livro (Príncipe Mestiço) terminei na madrugada de domingo de segunda. O sétimo (Relíquias da Morte) eu li até no trabalho (escondido, mas esse dia estava sem demandas forte). Continuei lendo de noite. Entretanto quando cheguei na parte em que os três retornam a cidade ao lado de Hogwarts (esqueci o nome) eu me deparei com um problema grave. Havia uma falha de impressão em que repetia as 50 páginas anteriores. Eram 9 horas da noite. Desesperado, peguei um táxi para ir da Vila Mariana até a Livraria Cultura na Avenida Paulista. Chegando lá achei uma edição do livro e o comprei. Eram 10 para as 10 da noite e o auto falante já estava anunciando o fechamento da loja. Peguei um táxi para retornar para minha casa. Retomei a leitura (ao som de Adele, me lembro bem) e terminei às 2 da madrugada. Exausto fui dormir e com sonhei alguma coisa relacionada aos livros.
    Falando de crítica, acho que maior problema é a estrutura repetitiva dos livros. Sempre começa com Harry sofrendo bullying na casa dos tios dele; ao chegar em Hogwarts, depois de sofrer mais bullying do Malfoy e Snape, começa a rolar um mistério cuja a resolução e clímax só são resolvidos no final. No sétimo muda um pouco mesmo porque ele não vai para escola logo no início.
    E falando do 7o, creio que ficou mal explicado o que realmente aconteceu com a Casa Sonserina enquanto rolava a batalha. Será que numa abordagem mais realista eles realmente ficariam nas masmorras deles quietinhos, sem fazer nada. E ainda sem sofrer nenhum retaliação das outras casas? E além disso, creio que dar o nome Snape para o filho de Harry (“uma das pesoas mais corajosas que conheci”), é perdão um pouco além da conta.
    Enfim, deu para perceber o como a saga foi me envolvendo e entusiasmando. Com a trama se tornando cada vez mais madura de livro para livro. Parabéns ao cast e abraços.

    Rafael Afonso

    • Marcelo De Matos

      Cara que relato animal! Minha esposa tem todos os livros aqui. vou le-los, nem que seja pra criticar ainda mais =D EXCELENTE RELATO!

      • Juliana Vilela França

        Ahahaha vc vai acabar se apaixonando pela saga tb (mesmo que insista em dizer o contrário XD)

    • Zumbizinho

      vou so dar uma leve explicada atraves doque eu eu entendi dos livros e filmes, snape nao foi perdoado e sim comprendido, ele tinha motivos pra fazer da vida de harry um inferno mas…. mais ele tem algo mais forte que motivos ele tem alaways….mas que historia que historiaaaaaaaa

      • Rafael Afonso

        Perdoado ou compreendido, ainda acho que dificilmente daria o nome do cara que me perseguia (independente das justificativas) para meu filho.

  • Eu ouvindo o cast o Guaxa fala: “é um bestiário!..” e eu entendi “é um vestiário!”. Proponho ao Fencas, um filme no em Hogwarts, que se passa no vestiário onde um vampiro que é médico cirurgião e atende dentro do banheiro, e o nome dele é Neville!

  • João Paulo

    Comecei a ler o primeiro livro semana passada, como tenho 24 anos, achei ele meio bobinho também, mas como já assisti aos filmes, continuo lendo. Agora que foi dito que isso muda a partir do quarto livro estou mais entusiasmado.

    Quanto às traduções, realmente é de chorar. No início achava estranho as pessoas se cumprimentarem com um Alô , depois que fui percebendo o motivo. Outro trecho, está estava escrito, Entrementes, …, fiquei um tempo olhando para entender o que era, devia ser enquanto isso ou Meanwhile . kkk

    • Juliana Vilela França

      Eu recomecei por conta desse cast, a reler todos em inglês, e realmente em inglês faz mais sentido. O começo é mais infantil, mas eu gosto desse clima mas “a la Disney”, onde tudo dá certo e todos terminam sorrindo no fim XD A partir do terceiro pra mim já começa a ficar mais tenso, coisas inesperadas acontecendo, e só vai crescendo. Eu cresci com essa série, o processo foi muito legal!

  • Eu gostaria de fazer uma recomendação. Eu confesso que não sou o maior fã de Harry Potter, minha irmã gostava MUITO e acabei pegando uma birra. Mas hoje em dia, depois de adulto, até que gosto bastante. Voltando ao assunto, quando eu estava na faculdade de Design Gráfico, eu precisava escolher uma disciplina optativa e fui pra classe de Jornalismo Digital que era a única de humanas disponível. acontece, que todo aquele semestre foi baseado em um livro chamado “Cultura da Convergência” do Henry Jenkins. É um livro excelente e um assunto que poderia até render um podcast. Bom, eu vou colocar a sinopse aqui e vocês vão entender pq tem a ver com Harry Potter:

    “Henry Jenkins investiga o alvoroço em torno das novas mídias e expõe as importantes transformações culturais que ocorrem à medida que esses meios convergem. A cultura da convergência é um fenômeno que está revolucionando o modo de se encarar a produção de conteúdo em todo o mundo. Todos os modelos de negócios a ela relacionados estão sendo revistos. Ele nos introduz aos fãs de Harry Potter, que estão escrevendo suas próprias histórias, enquanto os executivos se debatem para controlar a franquia. Ele nos mostra como o fenômeno Matrix levou a narrativa a novos patamares, criando um universo que junta partes da história entre filmes, quadrinhos, games, websites e animações. Essa nova edição está ampliada e atualizada, trazendo também um capítulo inédito sobre o YouTube.”

    • Eu demorei pra achar algum texto a respeito, aparentemente o Google está inundado sobre a escritora de Fanfics fã de Harry Potter que escreveu Instrumentos fatais e não tem quase nada sobre Heather Lawver, a escritora de fanfics fã de Harry Potter que travou uma guerra com a Warner. Vou dar uma resumida no capítulo 5: “Por que Heather pode escrever?”:

      Nessa capítulo, o escritor narra a história dessa jovem escritora (12 anos ou algo assim) que criou um portal, acredito que por volta de 1998, inspirado no Profeta Diário, onde os fãs poderiam entrar e escrever suas atividades em Hogwarts. O portal fez enorme sucesso entre os fãs e foi incentivado pela própria escritora e tb pela editora. Porém, quando a Warner comprou os direitos da saga, passaram a ver as fanfics como ameaça, tentando impedir que fossem publicadas, o que levou Heather a criar um segundo portal chamado “Defesa Contra as Artes das Trevas.” Vendo que sua imagem estava sendo prejudicada a Warner resolveu mudar a postura diante dos fãs e Harry Potter acabou ditando uma nova forma de relacionamento das produtoras com o público a partir de então.

  • Caio Gelmo

    Meu pai escreveu uma fanfic exatamente sobre esse “e se” o Voldemort tivesse escolhido o Neville. Chamava “O outro menino que sobreviveu”
    Na história dele o Harry não aguenta a morte do Sirius, pega um vira tempo e volta a pra avisar a Ordem da Fênix sobre o ataque de Voldemort. Eles se preparam e o vencem; que derrotado vai até a casa dos Longbottom e mata os pais do Neville. O Neville, influenciando por ser uma horcrux e não ter a fibra moral do Harry, acaba na Sonserina. No primeiro ano o Voldemort consegue a pedra filosofal e se recupera, mas ainda se mantem nas sombras. No segundo ano, Lúcio sem saber do retorno do Lorde das Trevas, coloca o diário de Tom Riddle na bolsa de Gina, que acaba morta, possibilitando que a parcela de alma contida no diário de vida a um Voldemort no auge da juventude, que mata Neville e foge. Ai tem uma guerra entre Voldemorts e o Harry do outro tempo é super fodão e talz… Não lembro como acabou, mas era bem legal.

    • Juliana Vilela França

      mas gente… acha isso e compartilha com a gente! O_o

  • Josyane Carla

    Olá gente!!!
    Eu acho muito legal as histórias das pessoas com a série, principalmente por ela ter influenciado o gosto pela leitura… Mas acompanhei um pouco de longe, fui ler a Câmara Secreta e o Enigma do Príncipe no ano que saiu o último… Meu amigo comprou logo que saiu e pedi emprestado. Mas como não estava com aqueeela expectativa demorei um pouquinho e despertei a ansiedade de quem estava na fila e foi pedir emprestado depois.
    Na faculdade apresentei um seminário sobre a série e convergência de mídias, e só ai soube da loucura dos pais que tentaram barrar das escolas e a briga da Warner com as fanfics, e a comparação do “Valdemar” com Hitler. Foi bem legal aproximar dessa história que conquistou muito as pessoas, além de aproximar dos coleguinhas que passaram a ser meus grandes amigos…
    Apesar de não ter lido/visto tudo reconheço que é uma história maravilhosa e admiro muito a escritora pelo mundo e pelos personagens… Amo a Luna, a bruxinha mais fofa e miçangueira e gostaria muito de ter aquela bolsa da Hermione, seria bem útil!!!

  • Julliana

    Eu li Harry Potter já com 19 anos, como eu sou mais nova eu não cresci com os livros pois o primeiro lançou 1997 eu tinha 2 anos. Porém cresci com os filmes, lembro-me de ter assistido a pedra filosofal pela primeira vez quando passou no SBT, tinha aproximadamente 7 anos. Achei demais, mas até descobrir que era um livro foi anos. Sei que a primeira vez que fui no cinema foi para assistir Harry Potter.
    Eu li os livros para descontrair entre um livro obrigatório da FUVEST eu li um de Harry Potter. Então ele foi fundamental na minha preparação para o vestibular, e passei nesse vestibular.
    Excelente podcast, achei que o Guaxinim iria pegar mais no pé de Harry Potter, até que ele foi bem leve.

    • Juliana Vilela França

      Um dia ele se rende ao Harry… graças a esse ep estou relendo os livros, e relembrando de como eu gostava deste mundo fantástico! ^^

      • Julliana

        Também fiquei com vontade de reler depois desse episódio, e o contrafactual de hoje reforçou ainda mais.

  • Dany Madrid

    Gostaria de expressar meu amor pelo Miçangas Podcast que é Xicante mas tbm por esse ep em especial. <3 Meu objeto mágico preferido tbm é o Vira Tempo…e no nosso próximo encontro estarei usando o meu <3. Queria tbm, mais info sobre o livro ou conto original "Animais Fantásticos" pq só conheço aquele livro de capa amarelada que tem em qquer livraria mas aquele é baseado em JK Rowling…qual foi o que ela mesma escreveu no qual encontramos os personagens do filme? Bjssss Fencas, ajuda aê! bjssssss

  • André Miola Bueno

    Minha birra com a história? Fora o fato de tudo ser extremamente circunstancial tem esse Vira-Tempo aí, vc adicionar viagem temporal é complicado, um item desse destrói todo o sétimo livro onde existe uma corrida contra o tempo. Pensando apenas nas 5h de funcionamento dele, isso permitiria a defesa perfeita ao estilo No Limite do Amanhã (onde um mané vira o soldado mais foda ever)

    • Fernando Malta

      Oi André,

      Sobre tudo ser extremamente circunstacial, pode dar exemplos?

      Sobre o Vira-Tempo ser usado no livro 7, seria impossível pois no livro 5 eles são completamente destruídos na batalha do Ministério da Magia – uma saída que achei excelente justamente pra evitar que fossem igualmente utilizados como “plot-device” nos livros subsequentes.

      • André Miola Bueno

        Não li os livros, só assisti aos filmes, mas vamos lá…
        Exemplo: Existiam vários vira-tempo, logo existe uma forma de construir mais E/OU uma “ciência” de magia do tempo. Logo depois dessa batalha o Valdemar aparece e é “declarada” a guerra, os maiores magos (e a master wand) estão reunidos ali e eles poderiam ter feito alguma magia do tempo…
        Viagem no tempo é complicado demais, ela só existe no livro 3(?) pq a Rowling quis colocar isso como plot device, foi uma circunstância q fez algo ser necessário para a trama, tipo Deus-Ex Machina, mas isso ferra qq coisa pra frente…

        • Fernando Malta

          Discordo radicalmente da conclusão do terceiro livro. Não é um plot-device, é O plot em si. Entendo a crítica inicial, da guerra, mas aparentemente haveria limite do uso – ainda assim, como não foi melhor explorado no livro, a crítica é válida.

  • Rodrigo (Bodas)

    Eu só me liguei que tinha livros depois do filme 2. Que vi no cinema…
    Ai fui atras dois livros.
    Participei do forum do potterish. Participei de grupos no grupo pra tradução dos livros 4, 5 e 6.
    Fiz fan fic…
    Eu comecei a ler velho já (24 anos acho), o Fencas não tem coração mesmo.
    A coisa de ter bruxos e o universo foi o que me ganhou desde cara.
    os livros são simples, mas tem um universo tão grande, tão cheio de coisas que adoro!!!

    • Rodrigo (Bodas)

      Eu já reli todos os livros 1 vez.
      E Eu já reli os dois últimos 5 vezes…
      em audiobooks…

    • Fernando Malta

      Mas, mas…. por que não tenho coração? ó.ò
      Eu adoro HP!! Foi o Guaxa que tava zoando!

      • Rodrigo (Bodas)

        Ato falho então, desculpa!

      • Rodrigo (Bodas)

        Obs:
        Se neville tivesse sido escolhido em detrimento do Harry, tem grande chance de tudo ter acontecido igual ou parecido.
        Os pais do Harry tb faziam parte da ordem e tb estavam sendo caçados.
        O que mudaria seria q não teriam tios trouxas criando o escolhido, ele estaria no mundo magico desde o inicio..

  • Thiago Melo

    Na hora que li Valdemar eu lembrei na hora do Comédia MTV quando fizeram o “Eri Pobre e a Guarda Municipal”…
    Mas o cast no geral eu tive que me conter porque tava morrendo de rir e tava no meu serviço…
    E
    como trabalho com programação, a sala onde eu fico é muito silenciosa e
    fica todo mundo concentrado…. E eu me segurando pra não gargalhar e
    chamar a atenção… Mas enfim…
    Excelente cast….
    Aliás… Miçangas, melhor podcast….

  • Só estou ouvindo agora e… o Fencas elogia o fato dos personagens terem nomes que remetem a suas personalidades ou função na história… Até aí… Quantas vezes já apareceram nas HQs da Turma da Mônica veterinários chamados Doutor K. Nino?

    • Fernando Malta

      E eu elogiava igualmente. Turma da Mônica é minha infância. :-)

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