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MeiaLuaCast #087: Adventure Games

por em qui 05America/Sao_Paulo maio 05America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, MeiaLuaCast | 1 comentário

MeiaLuaCast #087: Adventure Games

Há muitas décadas, quando os jogos passaram a conter gráficos, suas estórias passaram a ser contadas em diversos formatos e assim surgiram os Adventure Games, que nos levavam em diversas aventuras por mundos fantásticos, mas as vezes era necessário guiar os personagens apenas clicando e apontado o caminho.

André Bacchi, Maurício Franco e Renato Sevegnani relembram e conversam sobre a evolução dos jogos de aventura e point and click e listam os principais e mais apreciados jogos do estilo.

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Intro: Voz de Bruno Shinkou e Instrumentos de Paulo Henrique Gregio

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  • Paulo Drummond Filho

    Olá pessoal.
    Excelente o cast e confesso que um tanto quanto decepcionado por não ter nenhum comentário com mais de uma semana depois do lançamento.
    Muito legal poder relembrar desse tipo de jogo do qual eu também cansei de ver o dia raiar de tanto ficar enrolado em algumas partes.
    Vou compartilhar com vocês dois episódios em que consegui avançar no jogo com golpes de sorte dos quais eu até hoje gosto de lembrar.
    Primeiro, Full Throttle, na primeira parte do jogo em que o Ben precisa ajudar Maureen a consertar a moto. Para conseguir o combustível teoricamente tudo indica que ele precisa pegar um pouco do que está na torre. Toda vez que ele tenta vem a polícia e põe Ben para correr. Na enésima vez em que tentei subir a torre eu sem querer clico em outra parte da tela e… e… pra onde ele está indo? WHAT? Ele está se escondendo? Como assim? Mas eis que a polícia pousa a nave deles e é do tanque da nave da polícia que Ben pega o combustível necessário.
    Segundo, The Dig, lá pro final do jogo o comandante Low precisa pular um precipício e toda vez que eu clico ele diz que é impossível ou algo do tipo. Eu já de cabeça cheia perco a paciência e penso “Quer saber? Não quer pular? Então morre…” e eu clico no vão do precipício, o que acontece? Na hora em que ele pula vem uma onda e joga ele pro outro lado. Lembro que fiquei olhando a tela com cara de bobo por um tempo até entender. Na verdade o golpe de sorte é que é necessário esperar pelo som da onda para que ele pular, qualquer outra hora em que o clique seja feito nada acontece ou o personagem dá uma desculpa para não fazer nada.
    Enfim durante os jogos The Dig e Full Throttle, eu tive muitos momentos que me marcaram mas esses dois são os que eu mais gosto.

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