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Fronteiras no Tempo: Historicidade #18 – Negros escravizados na guerra civil Farroupilha

por em 19/02/2019 em Destaque, Fronteiras no Tempo, Podcasts | Nenhum comentário

Fronteiras no Tempo: Historicidade #18 – Negros escravizados na guerra civil Farroupilha

No sexto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos a historiadora DANIELA VALLANDRO DE CARVALHO (UNICENTRO) para bater um papo sobre Negros escravizados na Guerra Civil Farroupilha, tema de especialidade da convidada.

Neste papo tratamos dos significados da guerra civil Farroupilha e do papel que os negros escravizados tiveram neste conflito. Na fronteira sul do Império, onde se formou uma elite militarizada, cuja importância econômica e estratégica era crescente, a guerra contra as forças legalistas durou de 1835 e 1845. Daniela nos conta que em sua pesquisa pode reconstituir trajetórias de alguns indivíduos negros que participaram das batalhas, suas expectativas e estratégias para conseguir utilizar a situação belicosa em proveito de alcançarem melhores condições de vida e a liberdade.

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Saiba mais da nossa convidada

Daniela Vallandro de Carvalho

Currículo Lattes

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e-mail: [email protected]


Produção

 CARVALHO, D. V. NETTO, Moisés de Souza. In: Dictionary of Caribbean and Afro-Latin American Biography.1 ed.Nova Iorque : Oxford University Press, 2015, v.1, p. 1-19

 CARVALHO, D. V. Em solos fronteiriços e movediços: Fugas cativas em tempos belicosos (Província de São Pedro, século XIX). In: As Fronteiras da Escravidão e da Liberdade no Sul da América..1 ed.Rio de Janeiro : 7 Letras, 2013, p. 111-128

CARVALHO, D. V. A trajetória de libertos pela Guerra (Revolução Farroupilha, séc. XIX) In: Caminhos da Liberdade: Histórias do Abolição e do Pós-Abolição no Brasil.1 ed.Niterói : Editora da UFF, 2011, v.1, p. 193-209.

CARVALHO, D. V. Da fuga dos exércitos à fuga para os exercitos: Meandros das estratégias cativas em tempos belicosos no sul do Império (Guerra Civil Farroupilha, séc. XIX) In: Homens e Armas. Recrutamento Militar no Brasil. Séc. XIX. ed.São Leopoldo-RS : OIKOS, 2011, v.1, p. 113-143.

CARVALHO, D. V. Sobre a guerra real e a guerra ideal: representações imagéticas da Revolução Farroupilha In: O tempo e o Rio Grande e as imagens do Arquivo Histórico do RS.1º ed.Porto Alegre : IEL-Instituto Estadual do LivroRS, 2011, p. 121-124

CARVALHO, D. V.; OLIVEIRA, Vinicius Pereira de Os Lanceiros Francisco Cabinda, João Aleijado e preto Antonio e outros personagens negros na guerra dos Farrapos In: RS Negro: Cartografias sobre a produção do conhecimento ed.Porto Alegre : EDIPUCRS, 2008, v.1, p. 63-82.

CARVALHO, D. V. COMPADRIO EM TEMPOS DE GUERRA: TRAJETÓRIA, EXPERIÊNCIA E ESTRATÉGIA DO PARDO LIBERTO MARTINHO ZEFERINO DA CUNHA In: VII Congresso Internacional de História, XXXV Encuentro de Gehistoria Regional, XX Semana de História da UEM : Políticas, culturas e narrativas na América Latina, 2015, Maringá-PR.

CARVALHO, D. V. Massacre de Porongos ainda é polêmico porque questiona heróis farroupilhas. Jornal Sul21. http://www.sul21.com.br/jornal, 2016.

CARVALHO, D. V. ‘A cada setembro, uma guerra renasce’. Correio do Povo. Porto Alegre-RS, 2014. Palavras-chave: Guerra Civil Farroupilha, identidade gaúcha. Disponível em: http://digital.correiodopovo.com.br/


Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado

CARVALHO, D. V. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio De Janeiro, Brasil com período sanduíche em Universidad de Buenos Aires (Orientador : Prof. Dr. Miguel Àngel Rosal) Título: Nas fronteiras da Liberdade: experiências negras de recrutamento, guerra e escravidão (Brasil Meridional – 1830-1850), Ano de obtenção: 2013.

ALADRÈN, Gabriel. “Sem respeitar fé nem tratados”: escravidão e guerra na formação histórica da fronteira sul do Brasil (Rio Grande de São Pedro, c. 1777-1835). Tese de Doutorado: UFF, 2012.

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_________. “Os Negros, Novos Cidadãos”. A Política da Liberdade, 1810-1890. América Afro-Latina. 1800-2000. São Carlos: EDUFSCar, 2007.

ARAÚJO, Tiago Leitão.Para o outro lado da linha: as fugas de escravos para o além fronteira (século XIX). Seminário Escravidão, Fronteiras e Relações Internacionais no Império do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História, UNIRIO, 2011.

BERUTE, Gabriel Santos. Dos escravos que partem para os portos do sul: Características do Tráfico Negreiro do Rio Grande de São Pedro do Sul, c.1790- c.1825. Dissertação de Mestrado, UFRGS, 2006.

BETTIE, Peter, Conscription versus penalservitude: army reform’s influence on the brazilian estate’s management of social control, 1870-1890. In: Journal of Social History. Fairfax, Virginia: Johns Hopkins University. Volume 32, number 4, 1999;

BORUCKI, Alex; CHAGAS, Carla; STALLA, Natália. Esclavitud e Trabajo. Un estúdio sobre los afrodescendientes en la frontera uruguaya (1835-1855). Pulmón Ediciones, 2004.

MALLO, Silvia; TELESCA, Ignácio (Org.). Negros de La Patria. Los Afrodescendientes em lãs luchas por la Independencia en el Antiguo Virreinato del Rio de La Plata. 1 ed, Buenos Aires: SB, 2010.

CARATTI, Jonatas Marques.. O chão da liberdade: as trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense no contexto das leis abolicionistas uruguaias (1842-1862), Dissertação de Mestrado, UNISINOS, 2011.

CASTRO, Celso; IZVEKSOHN, Vitor, KRAAY, Hendrik. Nova História Militar Brasileira. Rio de Janeiro: FGV, 2004.

CARVALHO, Marcus. J. M. Os negros armados pelos brancos e suas independências no Nordeste, 1817-1848. In: JANCSÓ, István. (Org.). Independência: História e Historiografia. 1 ed. São Paulo: Hucitec/FAPESP, 2005, v. 1, p. 881-914.

FARINATTI, Luis Augusto Ebling. Nos Confins Meridionais: Família de elite e sociedade agrária na Fronteira sul do Brasil (1825-1865). Santa Maria: Ed. Da UFSM, 2010.

FREGA, Ana. Caminos de libertad em tiempos de revolución. Los esclavos em la Provincia Oriental Artiguista. 1815-1820. In: História Unisinos. Vol. 4, nº 02, 2000.

GRINBERG, Keila. O fiador dos brasileiros: cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.

__________. Escravidão, Alforria e direito no Brasil oitocentista: reflexões sobre a lei de 1831 e o “princípio da liberdade” na fronteira sul do Império Brasileiro. In: CARVALHO, J. M. (org.). Nação e Cidadania no Império. Novos Horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

__________. A Fronteira da Escravidão: a noção de “solo livre” na margem sul do Império brasileiro. III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. In: Anais Eletrônicos do III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Criciúma, 2008.

__________. A Sabinada e a politização da cor na década de 1830. In: GRINBERG; SALLES (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

__________; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

GUAZZELLI, César Augusto. A República Rio-Grandense e o Rio da Prata: a questão dos escravos libertos. In: Anais Eletrônicos do II Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Porto Alegre, 2006.

KRAAY, Hendrik.  “O abrigo da farda”: o Exército brasileiro e os escravos fugidos, 1800-1888. In: Afro-Ásia. Revista de Estudos Afro-orientais da Universidade Federal da Bahia. Salvador. nº 17, 1996.

LEITMAN, Spencer. Raízes sócio-econômicas da guerra dos farrapos. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
_________. Negros Farrapos: Hipocrisia Racial no sul do Brasil do séc. XIX. In: A Revolução Farroupilha: História e Interpretação. PESAVENTO (e outros). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.
RIBEIRO, José Iran. Quando o serviço os chamava: Milicianos e Guardas-Nacionais no Rio Grande do Sul. Santa Maria: ED. da UFSM, 2005.

________. “De tão longe para sustentar a honra nacional”: brasileiros na Guerra dos Farrapos (1835-1850). Programa de Pós-Graduação em História Social/UFRJ, Tese de Doutorado, UFRJ, 2009.


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