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Miscelânea do Marvete – Por que assistir Dr. Estranho?

por em 12/11/2016 em Entretenimento | Nenhum comentário

Miscelânea do Marvete – Por que assistir Dr. Estranho?

Sejam bem vindos ao Miscelânea do Marvete, seu drops de cultura nerd no Portal Deviante.

E na semana pós lançamento de Dr. Estranho, o mais novo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), viemos falar com o amado leitor que ainda não foi assistir ao filme no cinema.

Pois é, nossa coluna de hoje não é pro marvete inveterado que assiste a todos os filmes da Marvel Studios na quarta-feira, madrugada de lançamento. Essa coluna é pra convencer a namorada (quem dera, né?!), namorado, rolo, crush ou tico-tico-no-fubá, de ir com você ao cinema para assistir ao debut cinematográfico do Mago Supremo.

“Mas, então Sr. Marvete, por que eu devo assistir ao filme do Dr. Estranho nos cinemas?”

Primeiramente, For… vamos saber um pouco mais sobre a origem do personagem Dr. Estranho. Stephen Vincent Strange surgiu nos quadrinhos em 1963, e é mais uma das criações da dupla Stan Lee e Steve Ditko, que também são pais do teioso Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança. O personagem é um arrogante e cético neurocirurgião que sofre um acidente e perde parte dos movimentos de suas mãos. Em busca de cura, sobe as montanhas do Tibet e conhece o Ancião, que cura suas mãos e lhe introduz (uiii) nas artes místicas.

Ditko não estava puro

Ditko não estava puro

Dr. Estranho é um legítimo representante da lisergia das décadas de 60 e 70, com quadros representando as suas viagens astrais, que parecem ter sido desenhados por um Steve Ditko viajando em “Lucy in the Sky with Diamonds”.
referencia

Algumas das artes originais foram referenciadas e utilizadas em computação gráfica no filme, dando aquele ar chique-retrô ao filme, e presenteando os fãs com boas referências.

O filme também é responsável por introduzir a magia (não a personagem da DC, por favor) no MCU, o que por si só é uma quebra de paradigmas, já que até o presente momento, os diretores e roteiristas sempre fizeram questão de explicar “pseudocientificamente” todos os conceitos que poderiam ser entendidos como mágica nos outros filmes. Os deuses de Asgard na verdade são alienígenas imortais, a magia desse plano, tecnologia avançada demais. O único ponto não explicado com relação à magia são os poderes da Feiticeira Escarlate, que ficam realmente confusos pra que apenas assiste o filme, afinal, o que ela realmente faz?

Sendo a porta de entrada para a magia no Universo Marvel, Dr. Estranho se torna uma das peças principais do quebra-cabeças que se monta, para culminar na Guerra Infinita que se iniciará em 2018. Uma imagem vazada no set de gravações de Thor: Ragnarök, que sairá em novembro do ano que vem, mostram que existe grande chances de um crossover entre os heróis, o que pode ser o elo entre o implacável mago e os Vingadores. Outra possibilidade é a de Strange assumir a tutoria da Feiticeira Escarlate, ensinando-a a controlar seus poderes, coisa que já aconteceu nos quadrinhos.

Mas se nada disso te convenceu ainda a ver o filme do Mago Supremo nos cinemas, vale lembrar que ele é interpretado por Benedito Benedict Cumberbatch, um dos melhores atores de Hollywood na atualidade, além de um elenco de indicados e ganhadores de Oscar, como Tilda Swinton, Rachel Mc Adams e Chiwetel Ejiofor. Os efeitos especiais são um show a parte, e estão sendo citados por todos os veículos de mídia como um dos poucos casos no cinema atualmente em que o 3D realmente vale a pena ser utilizado. Outros detalhes do filme, você pode conferir aqui, na crítica SEM SPOILERS do Portal Deviante, escrita pelo amigo SciCaster Ronaldo Gogoni.

Então, pessoal, não permitam que as Faixas Escarlates de Cyttorak deixem vocês presos ao sofá. Corram pros cinemas, lotem as salas e assistam a esse filme, que mal conheço mas considero pacas, Dr. Estranho. Depois voltem aqui e nos contem suas experiências, e opiniões. Claro que, se for dar SPOILERS, por favor avise antes nos comentários, pra poupar os amiguinhos que ainda não viram.

Abraços pra vocês, e até semana que vem… Marvete, Chirrión.

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