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Costelas e Hidromel #062: Kali

por em ter 12America/Sao_Paulo set 12America/Sao_Paulo 2017 | 7 comentários

Costelas e Hidromel #062: Kali

Em diversas culturas as representações destrutivas são tratadas como entidades adversárias dos deuses principais, devendo ser contrapostas e combatidas, mas este não é o caso da mitologia hindu e da deusa da destruição Kali.

A renovação após a destruição fortuita da natureza e a escuridão da noite de lua nova dão os tons da voracidade e escuridão trazida por Kali em suas ações nos campos de batalha.

Guilherme Vertamatti (@GVertamatti) e Renato Sevegnani (@setsunaryu) conversam sobre a capacidade da deusa em punir os que se desviam do caminho e eximir e apoiar os que são afligidos.

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Crítica | Emoji: O Filme

por em qui 31America/Sao_Paulo ago 31America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Crítica | Emoji: O Filme

Pois bem, ele chegou. Emoji: O Filme foi crucificado pela imprensa especializada, classificado como a pior animação de todos os tempos por ser fruto de uma ideia imbecil, rasa e idiota segundo os críticos.

Não podiam estar mais errados. O filme de Tony Leondis (Igor) não é nenhuma superprodução da Disney, mas está longe de ser um desastre completo e tem seus momentos de brilhantismo e autocrítica, apesar da proposta inicial um tanto inacreditável.

Nos acompanhe em nossa crítica, sem spoilers.

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Costelas e Hidromel #061: Tengu

por em ter 29America/Sao_Paulo ago 29America/Sao_Paulo 2017 | 14 comentários

Costelas e Hidromel #061: Tengu

Fartos de comer mingau, decidimos tentar seguir uma fada pela floresta. Aparentemente atravessamos uma passagem e fomos parar do outro lado do planeta.

Percebemos isso ao observar a fada ficar vermelha, trocar suas asas de inseto por asas de corvo e suas roupas por um kimono. Claramente ela começou a mentir muito, pois seu nariz cresceu desproporcionalmente, quase se tornando um bico.

Estávamos na presença de um poderoso TENGU!

Pensamos em fugir, mas ele desejava que escutássemos sua história. Seja para nos ensinar ou para nos desviar do caminho.

Ficamos sabendo como eles foram criados e evoluíram de pássaros, hoje seus servos. Nos contou como o Budismo era uma furada e que deveríamos seguir o caminho do Shugendô, muito mais místico e poderoso.

Disse ser um mestre das artes marciais, mas por algum motivo, ao toparmos com um grupo de crianças, ele foi espancado e expulso da nossa presença. Sem termos mais com quem conversar, seguimos nossa viagem.

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Crítica | A Torre Negra

por em dom 27America/Sao_Paulo ago 27America/Sao_Paulo 2017 | Nenhum comentário

Crítica | A Torre Negra

Nova adaptação de Stephen King para as telas de cinema, A Torre Negra abre mão dos mistérios e complexidade da trama original e conta uma aventura simples, sem grandes surpresas, que faz uso de cenas de ação e efeitos visuais para tentar agradar ao público.

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Crítica | Bingo: o Rei das Manhãs

por em qui 24America/Sao_Paulo ago 24America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Crítica | Bingo: o Rei das Manhãs

Daniel Rezende estreou na direção com o pé (gigante) direito. Embora desconhecido do grande público, ele é um renomado montador que emprestou sua expertise a obras como A Árvore da Vida, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias e Tropa de Elite, além de ter sido indicado ao Oscar por seu trabalho em Cidade de Deus. A expectativa entre o círculo de profissionais do cinema para seu primeiro voo solo era grande.

E ele acertou em cheio ao escolher contar nas telas uma história inusitada. Bingo: O Rei das Manhãs é uma película que narra os altos e baixos do ator que interpretou um dos mais famosos personagens infantis da TV brasileira, e ao contrário da primeira impressão este NÃO É um filme para menores.

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