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Pelados no Espaço

por em 24 24America/Sao_Paulo julho 24America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Pelados no Espaço

Há algum tempo, assisti ao filme Guardiões da Galáxia – Vol. 2 (recomendo, por sinal), e uma daquelas coisas que me chamou atenção no filme, mas que a gente não sai comentando com os amigos para não ser um cara muito chato, foi a rapidez com que as coisas congelavam no espaço. Não vou dar nenhum spoiler sério aqui caso você não tenha visto o filme, mas o resumo é que alguns bandidos são jogados para fora de uma nave, no espaço, e congelam quase instantaneamente em algum momento do filme. Existe na nossa cabeça (ou na minha, pelo menos) essa noção de que o espaço sideral é frio, mas o quão rápido você iria congelar é algo que me deixou refletindo (eu sou normal, eu juro). A verdade é que o espaço é muito, mas muito mais frio do que a sibéria, por exemplo, porém ainda assim você provavelmente congelaria mais rápido na sibéria do que no espaço. Por quê? Eu explico, mas vamos por partes.

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Contrafactual #33: E se não engordássemos?

por em 24 24America/Sao_Paulo julho 24America/Sao_Paulo 2017 | 2 comentários

Contrafactual #33: E se não engordássemos?

Acabamos com todo um nicho de revistas, programas e sites voltados ao nosso moderno padrão de beleza ou mais especificamente a busca por esse padrão de magreza. Afinal, podemos comer totalmente à vontade sem ganhar peso gordo. Mas, como seria a fisiologia disso? Seria tudo um sonho de padaria? Quais seriam as implicações sociais, ambientais e econômicas? Pegue seu lanche e aperte o play!

*Este programa, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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O que esse panda tem a ver com um mundo melhor?

por em 23 23America/Sao_Paulo julho 23America/Sao_Paulo 2017 | Nenhum comentário

O que esse panda tem a ver com um mundo melhor?

Esses dias, um panda chamou a atenção do mundo. Não fez coisas incríveis, só o que fazem de melhor, que é ser fofinho. O tal panda em questão não é um animal de verdade. Mas, uma usina solar chinesa, em forma de panda. De acordo com a empresa, o layout da usina tem como objetivo chamar atenção das crianças para energias limpas. Só que nessa história chamaram a atenção dos adultos também.

Essa estratégia de chamar atenção para energias limpas (ou renováveis) é parte da busca por aumento da utilização de energias renováveis. Tal demanda surge junto com as mudanças climáticas (o famigerado aquecimento global) relacionadas, principalmente, à queima de combustível fóssil (petróleo e gás natural). Não podemos esquecer da situação geopolítica e econômica que vem junto (e, inteiramente, de grátis) à produção e consumo do petróleo. Desse cenário surgem as fontes de energia renováveis!

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Quando até a natureza quer ser feminista

por em 23 23America/Sao_Paulo julho 23America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Quando até a natureza quer ser feminista

Sua reação seria diferente se dois furacões, um com nome feminino e outro masculino, fossem atingir sua casa? Por que fazer isso quando se trata de profissionais?

Esse texto se originou por conta de uma notícia que rodou a internet na última semana: Female-named hurricanes kill more than male hurricanes because people don’t respect them, study finds (“Furacões com nome feminino matam mais do que furacões masculinos porque as pessoas não os respeitam, estudo descobre”, com uma versão em português aqui). Como interessada tanto na área de desastres quanto no papel da mulher na sociedade, foi um ótimo motivador para um texto sobre o assunto (especialmente sobre o segundo tópico).

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SciCast #208: Morte

por em 21 21America/Sao_Paulo julho 21America/Sao_Paulo 2017 | 14 comentários

SciCast #208: Morte

Certeza inconteste a morte é tão intrigante quanto a própria vida. Se com o avançar da Ciência mudamos a definição de vida, fizemos o mesmo com a morte a medida que desenvolvemos técnicas de ressuscitação e prolongamento da vida por aparelhos. Essa mesma ciência nos mostrou o que há antes da nossa atual existência, com a evolução. Mas até hoje não sabemos nada do pós-morte.Nesse campo as religiões povoaram nosso imaginário com histórias extraordinárias sobre mundos distópicos e ritos bem elaborados. Mas somos cientistas, e a Ciência está limitada às ferramentas e mentes de seu tempo, então desenvolvemos a Tanatologia para estudar a morte. Porém, somente até seu ponto final e prolongamos um pouco mais estudando o corpo que sobra.

Nos que ficaram o estudo é sobre o luto, sentimento que mudou muito ao longo da história, onde já foi quase inexistente, pois a morte já foi tratada como algo natural que apenas dá sentido a vida. Porém, numa sociedade tão conturbada que anseia por dar sentido a tudo somente pelo verbo consumir, a morte não é compreendida e o luto é angustiante e por vezes paralisante.

Instruídos ou não, todos iremos morrer, a questão é como, onde e por quanto tempo sofreremos, ou não, até o fim. Mas antes disso, solte o play e comentei no post o que achou deste SciCast supimpa de morrer! ;)

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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A Soja e o Rizóbio: uma parceria de sucesso

por em 20 20America/Sao_Paulo julho 20America/Sao_Paulo 2017 | Nenhum comentário

A Soja e o Rizóbio: uma parceria de sucesso

O agronegócio desempenha um importantíssimo papel na economia do Brasil e, dentre as principais culturas do país, uma que merece destaque é a soja. De acordo com a Embrapa, o Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, ficando atrás apenas dos EUA, tendo produzido 113,923 milhões de toneladas na safra de 2016/2017 (dados de junho de 2017).

As preocupações com uma cultura tão grandiosa como essa vão além de sementes de boa procedência (não vou falar sobre os transgênicos aqui! Isso é assunto para outros textos), disponibilidade de água e maquinário adequado. A presença de nutrientes em quantidades suficientes para suprir as necessidades da planta é fundamental. E para atingirmos essa quantidade devemos adubar o solo, certo? Na verdade nem sempre, a soja tem uma particularidade quanto à necessidade de adubação que é bastante interessante.

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