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República Deviante #11: Games de Agricultura com Rhaissa Bittar

por em ter 17America/Sao_Paulo jan 17America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, República Deviante | 4 comentários

República Deviante #11: Games de Agricultura com Rhaissa Bittar


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Queridos ouvintes sejam bem-vindos ao décimo primeiro República Deviante, a leitura de comentários, emails e devaneios do Portal Deviante.

Nesta primeira live de 2017 lemos os comentários sobre os melhores e piores jogos de 2016, sobre a fofíssima Rhaissa Bittar e por fim algumas críticas ao episódio do scicast sobre Agricultura.

Visto os feedbacks positivos sobre o formato de live faremos novamente dia 27 de Janeiro às 21 horas. Fiquem ligados nas redes sociais do Portal Deviante.

*Este programa especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:

 


Publicidade:


Avisos Paroquiais:

Campus Party 2017:

Bancada do Portal Deviante na Campus: http://campuse.ro/events/CPBR10-Grupos/workshop/republica-deviante-by-scicast/


Contato Comercial:

Quer anunciar seu produto, marca ou serviço aqui no República Deviante? Entre em contato:


Redes Sociais:


Aperte o pause:


Expediente:

Host Deviante: Tarik Fernandes. Casa Meia Lua: Matheus dos SantosCasa Miçangas: Marcelo GuaxinimCasa SciCast: Fernando MaltaEdição: Tarik – Live realizada dia 16/01/2017


Material Complementar:

SciCast #174: Agricultura

Miçangas #26: Somos feitos de Rhaissa Bittar

MeiaLuaCast #122: Destaques dos Games de 2016


Player Backup:


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  • Santiago Queiroz

    Entrei aqui porque achei que iam falar de Harvest Moon. =/

  • Denis Bandeira

    Parabéns, Malta, pela sua dissertação sobre o respeito (e não necessariamente a aceitação) das pseudo-ciências. Muitos se esquecem que a sabedoria é um benefício ou um “super-poder” que deve ser usado com cuidado e humildade (já dizia o Tio Ben – ou quem quer que tenha dito isso originalmente – “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”), pois jamais estamos no topo de todo conhecimento existente e se julgarmos alguém como ignorante por não partilhar da luz que já iluminou nossa jornada, assim igualmente seremos diante dos que já estão quilômetros à nossa frente. Mesmo grandes gênios não dominam todo o conhecimento existente de suas áreas, quem dirá de todas as que os rodeiam. E estes seres de conhecimento tão a frente dos demais, só concretizaram seus enormes feitos se alimentando e crescendo no amparo de toda uma sociedade que caminhava, a trancos e barrancos, buscando sobreviver com o que conseguia. Devemos ter a humildade de entender que muitos não buscam maiores conhecimentos devido à restrições fisiológicas, monetárias, sociais, entre tantas outras barreiras q o mundo lhes trás. E quase toda grande descoberta só veio pela busca de melhorar e/ou ampliar um conceito já existente (correto ou não), e que já dava algum resultado satisfatório a muitas pessoas que não tinham tempo de buscar verdades maiores, por estarem concentradas na sua sobrevivência e na de seus familiares. Nenhuma pseudo-ciência existe sem uma base. Todas as fantasias e anedotas nascem de um complexo contexto sócio-cultural do indivíduo que as cria, e se ampliam e distorcem ao longo dos séculos no seu processo de propagação e transmutação entre as culturas por onde transitam, e assim também ocorre com todos os conhecimentos não científicos. Sempre quis entender o motivo das pessoas aceitarem uma ideia sem fundamento e/ou sem nenhum questionamento, e nunca me contentei com o simples “pq sim” ou “pq não”. Porém, vale lembrar a célebre frase dos antigos: “o que não mata engorda” e até outra: “se não fizer bem, mal não faz”. Que pode sim, ser aplicada a casos de pseudo-ciências como astrologia ou homeopatia… Afinal, já foi comprovado a existência do efeito placebo, que se aplica 100% a estes tipos de ocorrência, e que é a provável causa de tanta defesa árdua a estes temas não científicos. Viés de confirmação, efeito placebo, seja lá o q for, se faz a pessoa se curar, se a faz atingir seus objetivos e obrigações, deixando de se prostrar apenas no aguardo de seu destino e, principalmente, se não está prejudicando (ao menos fisicamente) nem ela própria, nem nenhum dos que a rodeiam, não deve ser desrespeitada… Ao contrário, deixemos que as pessoas evoluam, mesmo que na base da pura fantasia, e estejamos prontos para lhes amparar, ampliando seus conceitos e doando o conhecimento científico que atingimos para auxiliar a mesma a caminhar cada vez mais pela lógica e menos pelo misticismo. Sem ódio, preconceito ou radicalismo… Afinal, boa parte dos atuais “donos dá verdade científica” já tiveram seus amigos imaginários ou acreditaram em coelho dá páscoa ou papai-noel em algum momento da vida (e se não passaram por nada disto, não podem deixar de louvar a faculdade mental da imaginação e da criatividade, duas “pseudo-ciências” de nosso cérebro que nos permitem construir os questionamentos que poderão trazer luz às dúvidas e necessidades ainda não esclarecidas pelos que compartilham o viver em nosso tempo, e assim gerar nossas queridas e idolatradas verdades científicas). Pra finalizar, durante muito tempo busquei entender o por que da crença de muitas pessoas na astrologia e sempre encontrava explicações fantasiosas e nada elucidativas. Mas tive o imenso prazer em ouvir o episódio 133 do podcast Mundo Freak (http://www.mundofreak.com.br/2016/12/22/mundo-freak-confidencial-133-sim-e-um-podcast-sobre-astrologia/) onde, pela primeira vez, foi explorado todo o contexto histórico por trás do misticismo atual da astrologia (ao menos na primeira metade do cast… kkk), que já teve utilidade prática na antiguidade, como calendário comercial/social e aos poucos tomou a forma mística pela qual é abordada atualmente. E com este conhecimento em mãos posso compreender melhor a existência da astrologia, ver o quanto foi útil no passado e que, sem ela, talvez nossa sociedade não tivesse conseguido se organizar na época em que tinha somente as intempéries do clima para amparar sua produção agrícola… Mais busca de conhecimento e menos certezas não revisadas, é disto que necessitamos pois, se tudo passa (e até a uva passa, não é Guaxinim? Kkk), por que as nossas certezas de hoje não podem vir a ser as pseudo-ciências dos nossos descendentes que muito certamente virão reinvestigar grandes verdades instituídas por nós, com técnicas mais avançadas, e acabarão descobrindo o quanto de nossa ciência atual provavelmente é falível ou pode ser significativamente melhorada. Parabéns galera. Ansioso por mais e mais episódios de todos os podcasts do Portal Deviante… Abraços a toda flora e fauna Deviante (e digo isso com o enorme apreço que tenho por toda flora e fauna de nosso planeta, que são reféns de nossa grandeza científica, política e social, que ano após ano mais extingue ou prejudica espécies do que realmente ampara e salva).
    PS.: Desculpem trazer sempre um textão nos comentários… Mas é difícil me ater quando começo a escrever após ouvir pessoas tão edificantes e inspiradoras quanto vocês, que se dedicam pela divulgação científica sempre com muito esforço e respeito à ignorância (principalmente no sentido de falta de conhecimento) das pessoas desta nossa sociedade.
    PS².: Pouco deveríamos nos orgulhar das novas descobertas, pois, se foram possíveis de ser encontradas ou realizadas, foi somente porque seus insumos e interações elementais sempre estiveram disponíveis, e fomos incrivelmente ignorantes e limitados em demorar tanto a descobrir sua correta (ou mais eficaz) forma de uso… Humildade, pois somos seres ignorantes em busca de conhecimento… E este chega com mais abundância e qualidade quanto mais coesos e alinhados estamos em sua busca.

    • Fernando Malta

      No ponto, Denis. Obrigado pelo seu comentário. ;-)

  • Jorge Pardim

    Parabéns pelo artigo!
    O desafio é grande, mas temos que continuar produzindo sem desanimar!
    Nosso setor também continua contribuido fortemente com o PIB nacional. Ultimas novidades em: http://www.agrogramas.com.br

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