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Contrafactual #57: E se não houvesse patentes?

por em seg 08America/Sao_Paulo jan 08America/Sao_Paulo 2018 em Contrafactual, Destaque | 8 comentários

Contrafactual #57: E se não houvesse patentes?

Como seria o desenvolvimento da Ciência e da Indústria de modo geral sem a garantia de patentear sua ideia? Qual seria o impacto disso no mercado? Teríamos menos coisas de modo geral?

*Este programa, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*


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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHost: Fernando MaltaEdição: Felipe ReisVitrine: Edu Balbino

Equipe de Gravação: Pedro, Bruna e Crhis

  • la dalmagro

    maratona completa kkkkk

  • Izabella Neves

    Cara, eu realmente não acho que a ciência em si iria acabar com a perda de patentes. Jamais. Obvio, que como foi citado o ramo fitoterápico iria sofrer graves quedas. Mas muita gente faz ciência por que busca conhecimento. E por que isso é inovador,e positivo para a raça humana.

  • Nyell Quantos

    Última vez que usei uma patente foi na casa da minha avó a pelo menos 25 anos atrás não sinto falta inclusive.

  • Gabriel Barreto

    Já tem um tempo que estudei sobre isso mas verifiquei uma certa confusão na definição de patente, ela não é sinônimo de copyright e nem de “autoria”.

    A patente é apenas um monopólio legal sobre um invento (quando atendidos alguns requisitos). Deste modo o criador , mesmo que venda a sua patente , continua sendo o criador ele só não poderia mais comercializar sua invenção.

    Existem muitos estudos relacionados a eficácia das patentes porém nenhum é conclusivo. Paralelamente aos recursos trazidos por elas existem uma serie de problemas[1], que podem diminuir ou até anular sua eficácia.

    [1]https://files.stlouisfed.org/files/htdocs/wp/2012/2012-035.pdf

    ps: Episódios de podcasts seriam protegidos por copyright, uma vez não são inventos.

    • Darley Santos

      Humn… Patente é uma coisa, copyright e autoria é outra.

  • Rafael Telerman

    Acho que esse foi um dos Confractuais que mais gostei, mas que tambem mais discordei. Ao meu ver, certos setores como o farmacêutico, que precisam de controles rígidos, é bom haver barreiras de entrada para impedir laboratórios de fundo de quintal que poderiam produzir com a receita certa, mas economizando em outros lugares e causando problemas, de uma forma ou outra; quanto a direitos autorais, filmes, livros e séries teriam o problema de qualquer um pode escrever sem o consentimento do autor ou representante e mudar a história (e até estragá-la).

  • André Diego de Paula

    Ah, mas eu achei todo muito muito bem intencionado nesse episódio, achando que se não existissem patentes todo mundo compartilharia tudo uns com os outros na maior boa vontade. Ninguém é assim.

    Acho que se não existissem patentes a ciência como um todo progrediria muito mais lentamente, como de fato progredia muito lentamente na época de Galileu, Newton e Copérnico, em que só os muito ricos ou os que tivessem patronos muito excêntricos poderiam dedicar suas vidas as ciências.

    Em relação à indústria farmacêutica, vocês já abordaram muito bem. As chamadas “doenças negligenciadas” já são negligenciadas hoje e seriam negligenciadas mesmo assim. A diferença é que doenças que hoje vale a pena desenvolver tratamento seriam negligenciadas da mesma forma.

    Mas o motivo porque acho que a ciência avançaria num ritmo mais lento ainda é que num mundo capitalista e sem patentes o segredo industrial seria mais importante do que jamais foi. Nada de ficar compartilhando os seus achados com outros cientistas. Quem financia a sua pesquisa (e alguém sempre financia) iria querer guardar muito bem o que foi descoberto para poder ter uma vantagem sobre os concorrentes.

  • la dalmagro

    acho q um excelente tema seria: E se o mundo todos falassem a mesma língua

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