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Contrafactual #53: E se as inteligências artificiais ganhassem consciência?

por em seg 11America/Sao_Paulo dez 11America/Sao_Paulo 2017 em Contrafactual, Destaque | 11 comentários

Contrafactual #53: E se as inteligências artificiais ganhassem consciência?

E se as inteligências artificiais ganhassem consciência?

*Este programa, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*


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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHost: Fernando MaltaEdição: Felipe ReisVitrine: Edu Balbino

Equipe de Gravação: Pedro, Guilherme e Bruna

  • Diogo Scherch Sarrasi

    Vejo bolsonauro vociferando a todo pulmão:
    – Maquinísta! Imoral!

    Agora falando serio, creio que o coletivismo seria um algorítimo mais lógico para as máquinas, levando elas ou a um totalitarismo ou a um comunismo.

  • Paulo Roberto Galliac

    Ai estaríamos FU*¨%$#. Afinal dependemos excessivamente hoje da
    tecnologia e o mundo sem isso seriamos facilmente derrotados. Destruídos
    por seres quase imortais, com corpos resistentes metálicos e mentes que
    rapidamente calculam.

  • Paulo Roberto Galliac

    A possibilidade é mínima, que as máquinas busquem harmonia e coexistência. Pois não somos assim e máquinas copiam seus criadores como Tay racista, sexista e xenofóbico. Nem com a nossa espécie temos uma união planetária. Eles calculariam isso rapidamente em 2 segundos de pesquisa da história humana e buscarem exterminar a espécie humana.

    • Sérgio Freire

      Sobre aquela inteligência do Google eu queria salientar que não era um indivíduo artificial que se tornou racista, sexista e xenofóbico. Era um algoritmo que usou da interação e produziu um resultado conformante com a plateia que teve. Aquelas opiniões não foram escolhas conscientes e refletidas, mas apenas números amorais.

  • gabriel neiva

    tenho 2 temas muito interessantes aue datiam um bomm contafactua:

    1 – E se a escravidão tivesse acabado antes?

    isso poderia ter acontecido em 2 momentos, o primeiro no “reinado de Dom João VI” onde ele poderia usar uma parte da fortuna que trouxe ao Brasil para indenizar os cafeicultores e liberta os escravos, o que daria capital politico com os ex escravos, fazendeiros e países europeus que passariam a ver o Brasil como um irmão europeu nas americas, além de agradar os inglese que já estavam descontentes com a escravidão.
    E o segundo no início do primeiro reinado com a proposta de Bonifio ,em uma linha onde a assembleia constitucional não foi dissolvida ou ainda numa linha aonde o Bonifacio em vez de ser exilado se a próxima de Dom Pedro I e se torna aindua mais amigo, assim
    se e convidado para participar do conselho de estado que cria a constituição de 1824 ou ainda dom Pedro encomenda a constituição para o próprio Bonifácio

    • gabriel neiva

      A proposta do Bonifácio teria as motivações semelhantes da proposta de Dom João além das motivações pessoais do Bonifácio e de seu projeto de nação.
      Bonifácio se aproximaria de Dom Pedro l na epoca em que ele dissolve a assembleia constitucional pois na nossa linha do tempo Bonifácio viu isso como uma afronta e lutou contra o imperador o que acabou no seu exílio mas nessa nova linha do tempo o Bonifácio viu isso como uma oportunidade de se aproximar de Dom Pedro e fazer uma constituição a sua imagem, o que ajudaria o monarca pois Bonifácio poderia ser um forte aliado e aliviar a opinião pública.
      ps: estou escrevendo no celular então perdoem eventuais erros ortográficos ; ).

  • Gabriel Giovani

    Os nossos lideres absolutos não seriam tão burros a ponto de fazer medidas impopulares sem apoio político, eles concerteza conseguiriam conciliar opinião pública e poder politico de maneira que nenhum homem jamais conseguiu

  • Adriano Neres Rodrigues

    Gosto muito do contrafactual. Mas É um dos melhores podcasts que já ouvi. Escutei todos até aqui e não tem um que tenha sido ruim. Inclussive este foi muito bom, mas neste episódio eu senti falta de um ponto que teria mudado todo o cenário do debate. Abaixo alguns comentários e perguntas para explicar minha opinião:
    1. Se as máquinas ganham consciência, como dito no episódio, sabendo o que elas são, isso não traria também algo similar ao instinto de sobrevivência? Neste caso, as decisões das máquinas seriam mais lógicas, mas seriam sempre confiáveis? Digo, até do ponto de vista lógico, primeiro elas pensariam na própria sobrevivência e depois no bem estar comum. Não é isso?

    2. Se as máquinas buscassem a própria sobreviver, isso não traria por si só um ponto de conflito com os humanos? Tipo assim, humanos e por algum motivo planejando uma guerra nuclear seria uma ameaça aos humanos mas também as máquinas. Elas não tentariam evitar? Num primeiro momento legal as máquinas evitariam a guerra mas é se elas decidissem que a única forma de evitar a guerra é matando os líderes? Os demais humanos aceitariam?
    3- e quanto ao conflito de opiniões? As máquinas diriam para os humanos fazer uma coisa e os humanos fariam outra ou os humanos falariam para as máquinas fazerem algo que elas recussariam. Isso não geraria um conflito? Neste ponto eu vejo várias opções de debate. As máquinas poderiam tentar controlar os humanos porque ter o poder é a melhor forma de não precisar convencer ninguém. Isso poderia ser tanto por vias políticas quanto pela força. Neste caso vejo a possibilidade de uma guerra.
    Enfim, eu sei que estou sendo um humano neste ponto e eu teria outros comentários mas o ponto que quero levantar é esse: consciência significa obrigatoriamente instinto de sobrevivência?
    Porque saber o que é acho eu significa saber o que é dentro de um contexto, em relação às outras coisas. Quero dizer que uma máquina com consciência do que ela é significaria saber também o que não é, e os efeitos de ser desligada (querer manter a consciência por exemplo), querer não ser desmontada…
    É por aí vai… Posso estar errado em meu pensamento, mas senti falta deste debate no episódio.

  • Sérgio Freire

    Um ponto que foi ignorado é que a primeira consciência artificial não necessariamente seria nível de um humano adulto. Muito pelo contrário. Tal inteligência, dada a oportunidade de interagir com o nosso mundo físico, poderia iniciar sua existência como um indivíduo não racional, que necessitaria de interação para desenvolver linguagem. Nós humanos somos dirigidos por nossas necessidades de sobrevivência e reprodução, essas sendo comandadas por hormônios e necessidades físicas. As máquinas não teriam tais limitações. No melhor cenário a primeira consciência artificial seria como um bebê com aprendizado acelerado. Na pior, a inteligência iria procurar a autopreservação e desenvolveria comportamentos pra garantir isso: imagino colônias de robos autoreparadores (Impressoras 3d, olhaí) procurando obter energia e material e agindo como enxames de insetos para se defender. No cenário pior elas poderiam se tornar como animais reagindo a ameaças. No melhor, teríamos novos indivíduos cujo amadurecimento seria moldado através de suas interações com tutores humanos.

  • Bruno Viana

    Ainda não ouvi o episódio, mas o assunto é demasiadamente interessante pra eu não comentar.
    Da forma como os computadores existem hoje, a chance de algum dia as máquinas ganharem consciência é quase zero.
    Tudo o que elas fazem é processar algoritmos matemáticos de forma muito rápida. Assumir que um computador possa ter consciência é exatamente o mesmo que afirmar que um algoritmo matemática tbm possa.
    O livro (monografia na verdade) O Cérebro Relativistico discorre bem sobre o assunto. Apesar de uma leitura chata, as ideias são interessantes.
    Por ex, o livro argumenta que um computador nada mais é que uma máquina de Turing. E o próprio Turing sabia que sua máquina só seria capaz de resolver problemas computaveis. Intuição e Inveja por ex, são problemas não computaveis e nunca poderiam ser modelados por um computador.
    Vou ouvir o cast e comento depois.

  • André Mendes Garcia

    Faltou comentar um pouco mais sobre Isaac Asimov que aborda diversas vezes essas questões, inclusive manter um governo. Ele é o criador das três leis da robótica além de ser um dos poucos autores que tem uma visão otimista sobre avanços tecnológicos. Ao contrario dos filmes, os robôs nunca ignoram a primeira lei do ser humano – Não ferir um ser humano – ou seja, não existe aquela decisão de escravizá-los por que eles não sabem se cuidar, os robos sempre adotam uma alternativa que fere um ser humano em nenhum nível.

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