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Resenha — Blade Runner 2049: Hologramas Sonham com Ovelhas Virtuais?

por em qui 05America/Sao_Paulo out 05America/Sao_Paulo 2017 | 2 comentários

Resenha — Blade Runner 2049: Hologramas Sonham com Ovelhas Virtuais?

Blade Runner: O Caçador de Androides (1982) não teve uma vida fácil. O filme dirigido por Ridley Scott (Alien: O Oitavo Passageiro, Perdido em Marte, Prometheus) sofreu com um trailer que fez todo mundo acreditar que ele era um filme de ação, e para decepção de muitos ele se revelou uma aventura noir com um ritmo lento e cadenciado.

A obra inspirada no livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, de Philip K. Dick ainda passou por várias edições até chegar na versão considerada definitiva, o que só aumentou o misticismo em torno do filme. Hoje ele é um clássico cult, frequentemente considerado a melhor obra cinematográfica de ficção científica de todos os tempos.

Só por isso calcula-se o tamanho da encrenca que é produzir uma continuação. Ainda assim, 35 anos depois Blade Runner 2049 está em cartaz e acredite, ele não deve nada tanto ao filme original quanto ao texto de Dick.

Acompanhe nossa resenha, sem spoilers.

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Crítica | Emoji: O Filme

por em qui 31America/Sao_Paulo ago 31America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Crítica | Emoji: O Filme

Pois bem, ele chegou. Emoji: O Filme foi crucificado pela imprensa especializada, classificado como a pior animação de todos os tempos por ser fruto de uma ideia imbecil, rasa e idiota segundo os críticos.

Não podiam estar mais errados. O filme de Tony Leondis (Igor) não é nenhuma superprodução da Disney, mas está longe de ser um desastre completo e tem seus momentos de brilhantismo e autocrítica, apesar da proposta inicial um tanto inacreditável.

Nos acompanhe em nossa crítica, sem spoilers.

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Crítica | Bingo: o Rei das Manhãs

por em qui 24America/Sao_Paulo ago 24America/Sao_Paulo 2017 | 1 comentário

Crítica | Bingo: o Rei das Manhãs

Daniel Rezende estreou na direção com o pé (gigante) direito. Embora desconhecido do grande público, ele é um renomado montador que emprestou sua expertise a obras como A Árvore da Vida, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias e Tropa de Elite, além de ter sido indicado ao Oscar por seu trabalho em Cidade de Deus. A expectativa entre o círculo de profissionais do cinema para seu primeiro voo solo era grande.

E ele acertou em cheio ao escolher contar nas telas uma história inusitada. Bingo: O Rei das Manhãs é uma película que narra os altos e baixos do ator que interpretou um dos mais famosos personagens infantis da TV brasileira, e ao contrário da primeira impressão este NÃO É um filme para menores.

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Caro Observatório Nacional: entre lançar um “curso” de EAD mal feito e nada, não faça nada

por em ter 11America/Sao_Paulo jul 11America/Sao_Paulo 2017 | 2 comentários

Caro Observatório Nacional: entre lançar um “curso” de EAD mal feito e nada, não faça nada

Quando certos contatos me mandaram esse material, eu não acreditei. A gente já sabe que o ensino no Brasil beira o estado de calamidade pública, do mais básico à especialização. Mas, falando francamente, eu esperava que uma instituição tão supostamente renomada quanto o Observatório Nacional, uma das instituições científicas mais antigas (fundado em 1827 por decreto de D. Pedro I) e tradicionais do país ao menos se destacasse das demais, apresentando um nível minimamente decente.

Pois não é o que uma apostila editada pelo Observatório, dedicada a um curso de Ensino a Distância (EAD) mostra. Basicamente chama-la de lixo é um insulto… ao lixo.

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