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Vamos falar do seu futuro?

por em 15/02/2018 | Nenhum comentário

Vamos falar do seu futuro?

O Congresso Nacional já está com a reforma da previdência na pauta para este ano, e, acreditando você ou não nos números deficitários apresentados pelo governo, a verdade é que há cada vez mais aposentados para menos jovens trabalhadores com carteira assinada. Matematicamente isso significa que, se a previdência ainda não é deficitária, isso vai acontecer num futuro bem (mas bem) próximo. E isso significa que você precisa se organizar financeiramente desde agora para garantir um futuro mais tranquilo.

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Resenha – O Destino de uma Nação

por em 18/01/2018 | Nenhum comentário

Resenha – O Destino de uma Nação

O Destino de uma Nação (em inglês, Darkest Hour) é um filme que conta os primeiros dias de Winston Churchill (Gary Oldman) no cargo de Primeiro Ministro inglês, tendo que lidar com o avanço de Hitler sobre a Europa no início da Segunda Guerra Mundial. Qualquer livro de História geral serve de spoiler, já que o roteiro é bem fiel ao que aconteceu quando – se você não sabe, segure-se na cadeira – a Inglaterra não negociou um tratado de paz e declarou guerra à Alemanha nazista.

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Quem é Jerome Powell e como ele pode mexer com o seu dinheiro

por em 10/11/2017 | Nenhum comentário

Esta semana o presidente americano Donald Trump anunciou Jerome Powell como o próximo presidente do FED – o Banco Central americano. Com uma carreira em direito e política, Powell já servia no Board of Directors da instituição desde 2012, aconselhando nas diretrizes da política economia, dentre elas a política monetária dos EUA. Os especialistas e economistas entenderam como uma escolha acertada do presidente (quem diria!), por não promover uma ruptura brutal com a política atual conduzida por Janet Yellen, mas o principal motivo da felicidade dos mercados, em especial dos emergentes, é que Powell defende a manutenção da baixa taxa de juros americana enquanto a inflação de produtos e salários não pressionar os preços. E isso é um grande alívio (pelo menos imediato) no nosso bolso. Mas por que?

Por ser considerado o investimento de menor risco do mercado mundial, os títulos públicos americanos atraem um grande número de investidores que buscam em mercados emergentes (como o brasileiro) prêmios (ou também chamados de taxas de retorno) mais altas para compensar os riscos do mercado local. Com esta dinâmica global de investimentos, a taxa de juros determinada pelo FED acaba servindo como uma taxa básica global, pois todos os outros investimentos acabam tendo que oferecer retornos maiores para atrair investidores. E isso acaba tendo duas consequências diretas: a primeira é o lógica aumento dos juros mundiais, o que desacelera a economia e afeta diretamente o preços dos empréstimos e os resultados das bolsas ao redor do mundo.

A segunda consequência é menos óbvia, mas tem efeitos mais diretos: com os títulos americanos mais atraentes, há uma fuga de investidores que devem comprar dólar para sair do país e fazendo o câmbio disparar. Com isso, produtos importados (como o trigo do seu pãozinho) sobem, puxando a inflação rapidamente para cima. Isso leva a um aperto na política monetária, isso é, mais aumento de juros e reforçando as consequências que já falei aqui em cima.

A escolha de Powell congela, por enquanto, as expectativas sobre mudanças nas políticas americanas, já que a retomada da economia ainda é uma peça difícil de ler: os economistas ainda não conseguem precisar por que o crescimento constante do emprego não tem pressionado a inflação, e nem mesmo conseguem afirmar se haverá uma onda inflacionária ou se este é um crescimento sustentado a mais longo prazo. E por incrível que pareça, a escolha de Trump por um diretor mais constante ao invés de seguir seu instinto agitador, é um suspiro de alívio imediato para a economia americana e global.

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E o prêmio vai para…

por em 10/10/2017 | Nenhum comentário

E o prêmio vai para…

 

Se você já esperava meu comentário sobre o ganhador do Nobel vai ter que esperar mais um pouquinho. Enquanto eu me preparava para falar sobre o prêmio mais reconhecido do mundo, lembrei de seu primo pobre: o Ig Nobel. Para quem não conhece, o prêmio é organizado anualmente pela revista científica Annals of Improbable Research que desde 1991 se dedica a reconhecer as pesquisas mais inusitadas em 10 categorias (física, paz, economia, anatomia, biologia, dinâmica dos fluidos, nutrição, medicina, cognição e obstetrícia).

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