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Declaração Universal dos Direitos Humanos: propondo uma leitura bem intencionada (Parte 1)

por em 12/03/2019 | Nenhum comentário

Declaração Universal dos Direitos Humanos: propondo uma leitura bem intencionada  (Parte 1)

Ano passado a famigerada Declaração Universal do Direitos Humanos completou 70 anos – quem diria, né? E hoje em dia muito se fala sobre os tais “Direitos Humanos” (principalmente na internet), mas eu fico me perguntando: será que as pessoas que os evocam nas discussões sabem o que de fato são todos esses direitos? Eu mesmo, não tem tanto tempo, nunca tinha lido o documento inteiro. Nem sei explicar o porquê, eu não o conhecia mas já considerava pacas. hehe

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Linguista como perito forense

por em 07/03/2019 | Nenhum comentário

Linguista como perito forense

Oi, pessoas! Bom aí? Bom aqui! Quero apresentar para vocês hoje o linguista como perito forense. Um perito forense é alguém que tem conhecimento científico, que seja reconhecido pelos seus pares como especialista na área, e que é chamado para dar seu parecer técnico para ajudar a resolver uma disputa jurídica.  Nos Estados Unidos e no Reino Unido, o linguista forense tem espaço como perito em tribunal há mais de trinta anos. No Brasil, apenas recentemente começamos a estudar a linguística forense, portanto o linguista como perito forense ainda não é uma área muito conhecida.

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No fio do bigode

por em 27/02/2019 | Nenhum comentário

No fio do bigode

Mea culpa. Mea maximaculpa. Eu sou noveleira. Já fui mais… os serviços de streaminge a TV a cabo me curaram! Aleluia, irmã! Mas quando o enredo é bom, bonitinho, me convence, dou um jeito de acompanhar. Assim aconteceu com a atual novela das sete.

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O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 1/3: a química das especiarias e o seu uso na Idade Média

por em 22/02/2019 | Nenhum comentário

O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 1/3: a química das especiarias e o seu uso na Idade Média

Piperina, eugenol, miristicina, elemicina, cinamaldeído, safrol, zingerona… são moléculas que hoje até têm certa aplicação, mas nada tão relevante quanto no passado, quando eram tão desejadas e valorizadas a ponto de motivarem grandes investimentos para obtê-las e conflitos para monopolizá-las. Na verdade, as moléculas em si não eram conhecidas, mas sim o que as continham: as especiarias do oriente, no caso, a pimenta-do-reino, a noz-moscada, a canela, o cravo-da-índia e o gengibre.

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